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Produção noticiosa dos alunos de Jornalismo | PUC-Campinas

Do jardim ao prato, flores abrem oportunidades no campo

Flores comestíveis têm ganhado espaço na gastronomia. Mostramos como produtores apostam nesse cultivo para diversificar a produção e alcançar novos mercados

Por Helena Cyrino da Rocha

Amor-perfeito, capuchinha, cosmos e calêndula são flores que costumavam apenas enfeitar jardins, vasos e compor buquês e arranjos, mas passaram a ter um novo destino e estão encontrando espaço em lugares inusitados: no cachorro-quente e até no risoto. De restaurantes até confeitarias, as flores comestíveis passaram a fazer parte de diferentes preparações culinárias. Mas, antes de chegar ao prato, essas flores percorrem um caminho que começa no campo e envolve agricultores que encontraram nesse cultivo uma possibilidade de diversificar a produção, agregar valor aos produtos e buscar novas oportunidades de comercialização.

As flores comestíveis são espécies próprias para o consumo humano e que são cultivadas com cuidados específicos para garantir a segurança alimentar, diferentemente das flores ornamentais, destinadas à decoração e que podem receber produtos não autorizados para culturas alimentícias. É importante destacar que nem todas as flores podem ser consumidas, já que algumas são tóxicas e oferecem riscos à saúde. Leia reportagem completa no link abaixo…

Clique na imagem acima para ler a reportagem

A reportagem foi produzida pela estudante do 6º semestre do curso de Jornalismo da PUC-Campinas, Helena Cyrino da Rocha, sob orientação da professora Amanda Artioli Pezzo. A aluna participou do Ciclo de Palestras e Visitas relacionado ao agronegócio, realizado pela Associação Brasileira do Agronegócio da Região de Ribeirão Preto (ABAG/RP), e disputa o Prêmio ABAG/RP de Jornalismo “José Hamilton Ribeiro”, promovido pela mesma instituição.

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