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Festival que promove talentos do meio acadêmico terá grande final no dia 6/11, no auditório do Campus I
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Três finalistas do festival: banda Catarina Jones // banda Enigma Pop // banda Amputassom
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Texto e Imagens: Camilly Zangrande Simões
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Mesmo com 16 edições, o PUCFEST se mantém como um espaço de encontro e criação cultural, e promove isso dentro da comunidade acadêmica. A presença de jurados, que atuam no cenário cultural da região e diversidade de estilos reafirmam a pluralidade do evento. Porém, ainda não é o fim do festival, a final acontece no dia 6 de novembro no auditório do Campus I, com mais apresentações e a revelação dos vencedores. A primeira noite contou com oito bandas formadas por alunos, funcionários e docentes da universidade.
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Pietro Menezes, vocalista e guitarrista da banda Catarina Jones, destacou a importância do evento para a visibilidade e troca entre as bandas “É demais, poucos lugares têm esse clima que tem aqui, porque junta várias bandas diferentes, e aqui é um ponto para a gente conhecer outras bandas e artistas da região também, então acho que essa é a parte mais legal. E como aqui tem todo ano, já tá no nosso calendário!”, afirmou. Para ele, o festival pode oferecer futuras oportunidades: “A visibilidade é importante, porque a gente toca na frente dos jurados aqui, de quem tá assistindo também e a gente não sabe o que pode aparecer depois, mas toda chance é bem-vinda.”
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A vocalista da banda BDC, Mariana Oils disse que a energia, carisma e a união entre público e participantes fizeram toda a diferença. “É uma vibe muito boa, onde todo mundo tá reunido pela música, pela arte, que é algo que une as pessoas. Vimos estilos e pessoas bem diferentes, mas todo mundo unido aqui pela música.” Para Mariana, o apoio dos participantes ajudou no acolhimento do evento “Mesmo sendo uma competição eu sinto, tipo, todo mundo se apoiando. E quando eu estava cantando eu vi a galera de outras bandas super apoiando, indo na vibe da música. Então é um evento muito gostoso.”
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Entre a audiência, Nicole Belanoce, estudante de Enfermagem, presenciou o festival pela primeira vez. Ela foi ao evento para prestigiar o namorado, integrante da banda Amputassom, e se surpreendeu com a diversidade musical. “Eu acho que a diversidade foi o que mais gostei mesmo, gostei bastante que do nada veio uma banda tocando música super diferente do que tô acostumada, tipo um louvor misturado com forró, achei muito legal”, contou. Para Nicole, o festival conseguiu criar uma troca cultural interessante e um ambiente acolhedor, “Além de o som ser muito bom.”
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Nicole Belanoce, estudante de Enfermagem // guitarrista Pietro Menezes // vocalista Mariana Oils
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Segundo José Donizeti, criador e coordenador do PUCFEST, o festival surgiu por volta de 2010, quando a PUC-Campinas convidou a banda Jota Quest para se apresentar aos vestibulandos. Donizeti sugeriu que a abertura do show fosse feita por bandas formadas por alunos, dando-lhes a oportunidade de conhecer o artista. A partir daí foi criado o festival. “O evento incentiva os alunos a serem protagonistas de suas bandas no palco, temos histórias de alunos que hoje são compositores, vivem da música, como o Ferdi, um dos primeiros alunos a ganhar o festival, hoje é um psicólogo formado, está no spotify e já lançou quatro ou cinco CDs”, conclui o coordenador.
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SERVIÇO
O quê: Grande Final da PUCFEST
Quando: 6 de novembro
Onde: Auditório do Campus I da PUC-Campinas
Endereço: Rua Profa. Ana Maria Silvestre Adade – Parque das Universidades, Campinas – SP, 13086-020
Horário: começa às 19h
Bandas finalistas: Alma Brasileira, Alpha, Cascavell. Enigma Pop, Catarina Jones, Amputassom
Promoção: Comunidade de Comunicação Interna (CACI).
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Orientação e edição: Adauto Molck
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