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CLC abre cápsula do tempo após dez anos

Além da abertura da cápsula, os diretores do Centro de Linguagem e Comunicação (CLC) enterraram outra para ser aberta em 2031

Por Ariane de Lacerda e Bruno Costa 

Visando fazer uma retrospectiva do CLC, mas também olhar para o futuro, o evento foi realizado em frente à sala dos professores (Foto: Bruno Costa)

A cápsula do tempo foi aberta com a presença dos diretores, professores, funcionários e alunos do Centro de Linguagem e Comunicação (CLC), da PUC-Campinas, na última quinta-feira (16). Dentro da cápsula, uma caixa plástica, estavam guardados os registros dos cursos do CLC na ocasião em que foi enterrada, em 2011. O evento contou com um segundo momento, o enterro de uma outra capsula do tempo, a qual será aberta em 2031. O objetivo dessa atividade é realizar uma retrospectiva da última década dos cursos com as lembranças desenterradas e, ao mesmo tempo, olhar cuidadosamente para o futuro.

O local onde ocorreu o evento é em frente a sala dos professores, no prédio Adm, do CLC e conta com uma placa de identificação da cápsula do tempo. Neste ano, a cerimônia faz parte das comemorações dos 80 anos da PUC-Campinas e do curso de Letras, além dos 50 anos dos cursos de Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade e Propaganda.

Prof. Lindolfo Alexandre de Souza, diretor do CLC, e Regina Piton, secretária do CLC (Foto: Bruno Costa)

O diretor do CLC, Lindolfo Alexandre de Souza, falou sobre o que mudou nos últimos dez anos. “Eu acho que é muito importante acontecer essa cerimônia da cápsula, pois ela nos ajuda a olhar para o passado, a medida que ao abrir, você tem lá documentos da época, tem jornais da época, tem documentos que retratam o dia a dia de alguma forma da Universidade naquele momento”, contou. 

A diretora-adjunta do CLC, Cláudia Maria de Cillo, comentou sobre o interesse de enterrar uma nova cápsula em função do contexto atual. “O objetivo é deixar nossas memórias, pois nesses dois anos em que vivemos, a pandemia vai estar presente lá dentro, deixando isso registrado para daqui dez anos”. A diretora-adjunta ainda falou sobre como buscou melhorar a preservação dos itens que enterrados. “Fui ao museu universitário da PUC-Campinas com todo esse material e lá eles me mostraram a forma como fazer. Era impecável o tratamento de acondicionamento com o papel especial contra a umidade e o papel vegetal que mantêm as fotos separadas, preservando o contato. Então, ele deu todo o cuidado que um museu dá para esses arquivos históricos e nós temos muito mais chances daqui dez anos”, explicou. 

Os objetos presentes na cápsula, segundo a diretora-adjunta, serão abertos com cuidado e com a ajuda do museu que irá amparar na preservação dos itens. Esse material será exposto no campus da universidade, em diferentes tipos de quadros, para que todos possam ter acesso. 

Orientação: Profa. Cecília Toledo

Edição: Oscar Nucci


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