Ameaçado de rebaixamento para a Série A2 do Campeonato Paulista, o Guarani fará um jogo decisivo neste domingo (10)
Por: Théo Miranda, Kauan Panontin e João Victor Amorim
O alviverde campineiro enfrentará o Red Bull Bragantino, no Brinco de Ouro, em Campinas, e depende apenas de si para espantar o fantasma do rebaixamento.

Na classificação geral do estadual, o bugre aparece na 14ª posição, com sete pontos, um a mais que o Ituano, primeiro time do Z-2. Na rodada final, a matemática para permanecer na elite é simples, o Guarani precisa apenas vencer o Massa Bruta em Campinas. Se não cumprir o seu papel, o torcedor alviverde deverá torcer contra a equipe de Itu, que enfrenta o São Paulo, e pode depender da Ponte Preta, maior rival, que enfrenta o Santo André.
Carlos Amaral, ex-jogador bugrino, demonstrou ansiedade para essa última rodada e ressaltou a responsabilidade do clube em evitar o tão temido rebaixamento no campeonato estadual de 2024. “Eu espero que o Guarani faça seu dever de casa, e que o clube possa ficar livre, leve e solto após essa última rodada”, afirmou Amaral.


Se quem já teve contato com o clube dentro das quatro linhas está sofrendo com esse momento, aqueles milhares de torcedores que tentam, das arquibancadas, empurrar o Bugre, agonizam ainda mais. Maria Eduarda Farias e seu pai, Claudenir, definiram o atual cenário do Guarani. “É emoção”, disse Duda, e Claudenir completou: “Desesperador.
Heitor Esmeriz, jornalista do GE Campinas, acredita que a preparação para o último duelo do Guarani na Série A1 de 2024 deve ser pautada no equilíbrio entre mental e tática. “É tudo ou nada, é vida ou morte. Acredito que tudo deve ser um equilíbrio. É claro que o mental é importante nesse momento, mas o jogo em si também precisa ser potencializado”, afirmou Heitor.
Orientação: Prof. Carlos A. Zanotti
Edição: Isabela Meletti

