Reportagens

Crédito: Giovane Caruso
Por Giovane Caruso
Quem for se formar para ser professor vai passar a ter menos aulas teóricas e mais aulas práticas. A iniciativa é do Conselho Estadual de Educação que, após pressão do Ministério e da Secretaria de Educação, determinou que os cursos de licenciatura e de pedagogia devem ter ao menos 30% de atividades práticas relacionadas à atividades de prática de ensino. Atualmente, os de licenciatura têm somente 10% das aulas práticas.
As universidade estaduais de São Paulo: USP, Unesp e Unicamp – já começaram a reformular na parte de licenciatura. 44 cursos já começaram a ser adaptados. É o caso de Ciência Exatas da Unesp de Araraquara, que agora possui 960 horas voltadas para atividades práticas. Já na Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, passarão a se adequar à nova norma a partir de 2016.
Uma novidade nas mudanças é a obrigatoriedade de aulas de língua portuguesa para todos os cursos de licenciatura. A ideia é melhorar a comunicação dentro da sala de aula e garantir o domínio da língua aos professores.
Alguns dos argumentos contra a mudança é de que a carga horária para as matérias teóricas da área de formação em si será muito reduzida. Outros acreditam que os cursos de licenciatura não são levados a sério nas universidades, que têm como foco preparar pesquisadores e não professores. É o que diz o professor de geografia do curso pré-vestibular Cooperativa do Saber, Tiago Sumaré Tomazi, que acredita que seu curso de graduação não o preparou para passar o conteúdo em sala de aula e que este é o caso de muitos outros professores.
Editado por Izabela Reame
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