Por Anna Bonin
Insatisfação pautou eleições pela emoção e desapego à racionalidade, aponta procurador da Justiça
A renovação do Congresso Nacional, nas eleições deste ano, representa a subjetividade que permeou a campanha eleitoral, pautada por emoções e pelo desapego à racionalidade. A avaliação é do procurador da Justiça e professor de Direito da PUC-Campinas, Oscar Melim, em entrevista ao Digitais. Segunde ele, o resultado é a composição de bancadas culturalmente conservadoras, com a fragmentação e a pulverização de partidos políticos.
A Câmara dos Deputados teve uma renovação de 47% e o Senado Federal de 85%, consequência da insatisfação da população com a política tradicional que buscou mudanças. Melin ressalta não estar claro como as forças políticas irão se agrupar e qual será o perfil ideológico a se sobrepor no Legislativo Federal.
Orientado por Profª. Drª Ivete Cardoso Roldão
Editado por Giovanna Leal

