Noticiário Geral
Por Mário Gregório
Duas histórias que tiveram desfechos trágicos por motivos fúteis. Denise Stella e Lorena Aparecida dos Reis Pessoa foram duas das trinta vítimas de feminícidio na região de Campinas. As jovens acabaram mortas por seus ex-companheiros. Em ambos os casos, os assassinos estão presos enquanto o processo segue na Justiça.
Denise tinha 31 anos e trabalhava como designer na cidade de Rio das Pedras que fica a 80 quilômetros de Campinas. A mulher morava com os pais em Saltinho, cidade vizinha, e tinha se envolvido com o chefe, Cristiano Romualdo, de 33 anos, que era casado.
Na noite de 27 de abril, Denise saiu de casa em um carro. Seus pais não estavam em casa mas estranharam, pois na manhã do dia seguinte ela não retornou e faltou no trabalho. Os familiares registraram um boletim de ocorrência do desaparecimento da designer, que foi encontrada morta horas depois em um canavial de Rio das Pedras.
“Nós registramos o BO e começamos a divulgar nas redes sociais. Procuramos também uma TV e um jornal da região”, conta Daniel Stella, irmão de Denise. O corpo de Denise foi encontrado dentro de um carro e, dois dias depois, o caso havia sido esclarecido pela Polícia Civil de Rio das Pedras: o depoimento de uma amiga que sabia do envolvimento de Denise com Cristiano levou à prisão do autor.
“O trabalho da polícia foi muito bem feito. Pouco tempo depois, já tinham chegado até o Cristiano. Ele matou Denise por um motivo banal e, na sequência, laudos revelaram que ela estava grávida, o que agravou ainda mais a situação”, afirma o advogado da família, Ivan Pinto de Campos Júnior.
Já a balconista Lorena Aparecida, 28, foi assassinada pelo ex-companheiro, o cabo da Polícia Militar Carlos Alberto Ribeiro, de 36 anos. Ela morava com o filho, fruto do relacionamento que teve com o policial, em Santa Bárbara D’Oeste.
Segundo a polícia, Carlos não aceitava pagar a pensão para a criança e ainda tinha um outro casamento. Na noite de 8 de setembro, o PM chegou armado na residência, discutiu com Lorena e efetuou pelo menos seis disparos na vítima.
Editado por Mariana Arruda
Orientação de Artur Araujo
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